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Ajude uma colega da Ufrgs que precisa de transplante de medula óssea

Uma colega pesquisadora da UFRGS passa por uma situação grave de saúde. Mesmo em tratamento, ela tem se esforçado para manter algumas atividades profissionais e segue produzindo, através de email, skype e vídeo – o que não surpreende quem a conhece. No entanto, ela depende de um transplante de medula óssea para continuar sua vida. [...]

Uma colega pesquisadora da UFRGS passa por uma situação grave de saúde. Mesmo em tratamento, ela tem se esforçado para manter algumas atividades profissionais e segue produzindo, através de email, skype e vídeo – o que não surpreende quem a conhece. No entanto, ela depende de um transplante de medula óssea para continuar sua vida.

A chance de um de nós ser compatível para transplante é, em média, de 1 para 100.000. No entanto, para quem quiser tentar ser essa diferença, é fácil. Basta agendar um simples exame de sangue.

Importante:

1. Mesmo que não haja compatibilidade, o voluntário entra para o cadastro nacional de doadores, podendo eventualmente salvar outra pessoa. E torcemos para que outras pessoas, em outros lugares, estejam fazendo o mesmo, o que acaba beneficiando nossa amiga.

2. O ingresso no cadastro NÃO obriga a ser doador. Se algum dia for encontrada uma compatibilidade, a pessoa é consultada se deseja mesmo realizar o procedimento.

Para fazer o exame de sangue em Porto Alegre:
- Hemocentro – 3336.6755, 3336.2843
- Hospital de Clínicas de Porto Alegre – 3359.8504
- Hospital Dom Vicente Scherer, Santa Casa de Porto Alegre – 3214-8670, 3214-8670

Para quem estiver fora de Porto Alegre, pode obter informações por esses telefones ou acessar http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=2604. É a relação dos postos de cadastramento, no site do Instituto Nacional de Câncer.

Quem quiser saber mais sobre o transplante em si, ou sobre medula óssea e doenças relacionadas, também pode acessar o site do INCA, em http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=64.

Para nós, em caso de sermos compatíveis, é uma anestesia. Mas para o beneficiário, será como ter encontrado um tesouro com o material mais precioso – a possibilidade de continuar vivendo!

Se houver interesse de outros dados sobre a situação, favor enviar mensagem para:

"Renata Menezes Rosat" < renatarosat@gmail.com>
"André Grassi" <asgrassi@gmail.com>

Grande abraço e agradecemos a atenção de todos.

André Grassi
CESUP/UFRGS

Renata Rosat
Dept. Fisiologia – UFRGS

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