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Assembleia dos técnico-administrativos lota reitoria e aprova continuidade da greve por tempo indeterminado

A principal reivindicação da categoria é a elevação do piso atual, para três salários mínimos.

Aproximadamente 400 servidores participaram da Assembleia e aprovaram por unanimidade a continuidade da Greve por tempo indeterminado

Os servidores completaram hoje, dia 11 de julho, trinta dias em Greve, e realizaram uma das maiores assembleias, na tarde fria desta quarta-feira, participaram mais de 400 técnico-administrativos que aprovaram por unanimidade a continuidade da greve por tempo indeterminado.

Conduziram os trabalhos a Coordenadora Geral da ASSUFRGS, Bernadete Menezes, a Coordenadora de Divulgação e Imprensa, Michelle Meirelles e pelo Comando Local de Greve (CLG) Igor Pereira.

Após a composição da mesa foram dados os informes locais com as atividades realizadas na última semana, conforme orientação da FASUBRA, e também lidos os informes nacionais com os relatórios das últimas reuniões com o governo.

Dentre os informes locais, destacou-se a deflagração da greve dos professores filiados à ADUFRGS, em assembleia realizada ontem.

O representante dos professores(ANDES – Seção Sindical), professor Ponge, fez uma saudação aos técnico-administrativos colocando a importância do movimento nas Universidades Federais com todos os segmentos que a constroem.

Logo em seguida os servidores puderam fazer análise de conjuntura e no final foram dados os encaminhamentos que serão disponibilizados posteriormente. 

PAUTA DA GREVE

I-Eixo Específico:
- Reajuste Salarial: Recurso para o piso – Piso de 3 Salário Mínimo (SM) e Step de 5%;
- Racionalização dos Cargos;
- Reposicionamento dos Aposentados;
- Mudança do Anexo IV (Incentivo a Qualificação);
- Devolução do Vencimento Básico Complementar Absorvido (Mudança na Lei da Carreira -11.091/05);
- Isonomia Salarial e de Benefícios entre os Três Poderes.

II- Eixo Geral:
- Luta contra a EBSERH;
- Luta contra a Terceirização, por concurso Público já!;
- Lutar por 10% do PIB para Educação;
- Implantação da jornada ininterrupta de trabalho de 30h sem redução de salário;
- Em defesa da Negociação coletiva, Data Base e definição da política salarial;
- Ascensão Funcional (em defesa da PEC 257/95).

OCUPAÇÃO DA REITORIA

O protesto serviu para marcar um mês de greve da categoria, que atinge o funcionamento de bibliotecas, secretarias e os restaurantes universitários na Ufrgs/, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e no Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), nas unidades Porto Alegre, Restinga e Canoas.

Da Assessoria de Imprensa da ASSUFRGS 

 

 

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