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Assufrgs comunica motivos da Greve e pede apoio ao reitor

Uma comissão com coordenadores da Assufrgs e delegados sindicais foi recebida pelo reitor, na tarde desta sexta-feira, dia 11. Os dirigentes foram comunicar à Administração a decisão aprovada na Plenária da Fasubra de entrar em greve a partir do dia 28 de maio, se o governo federal não acenar com uma negociação de fato.

Uma comissão com coordenadores da Assufrgs e representantes do Conselho de Delegados foi recebida pelo reitor José Carlos Ferraz Hennemann, o vice-reitor Pedro Cezar Dutra Fonseca e a pró-reitora de Recursos Humanos, Jurema Jeruza Loureiro Cunha, na tarde desta sexta-feira, dia 11. Os dirigentes sindicais foram comunicar à Administração a decisão aprovada na Plenária da Fasubra de entrar em greve a partir do dia 28 de maio, se o governo federal não acenar com uma negociação de fato.

O coordenador geral da Assufrgs José Luís Rockenbach (Neco) entregou o boletim informativo da entidade e salientou os três pontos centrais das reivindicações: Plano de Carreira, a retirada do PLP 01/07 e o projeto de Fundação Estatal. O coordenador Luiz Francisco Alves, também representando a Fasubra, destacou a dificuldade em abrir negociação com o governo federal. Eles afirmaram ser fundamental o apoio dos reitores para que se inicie um diálogo, evitando-se assim que a categoria tenha que recorrer à greve. Também foi tratado da Lei que pretende regulamentar o direito de greve.

O reitor Hennemann informou que a Andifes tem se manifestado com preocupação sobre o PLP 01/07 e que já está ciente da decisão da categoria em permanecer em Estado de Greve. Quanto ao movimento na Ufrgs, lembrou que já é uma tradição na Universidade o respeito à greve dos servidores. “Entendemos que não é uma greve contra a Administração e pretendemos manter o diálogo como sempre fizemos”, destacou.

Por fim, a pedido da Assufrgs, o reitor se comprometeu conversar com os demais reitores do Estado para marcar um encontro com a bancada gaúcha no Congresso Nacional para colocar as divergências com o PLP 01/07. Além disso, reforçou a importância da Andifes participar desse debate. “É claro que não queremos a greve. Mas se avaliarmos nosso passado, todas as nossas conquistas, tanto dos professores como dos técnicos, foram através de greve. O importante é continuarmos a dialogar com franqueza”, finalizou o professor Hennemann.

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