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Assufrgs discute Racionalização dos Cargos com Progesp

Com a presença dos coordenadores Antonieta, Silvia, Fabiano e Silvio, em reunião realizada no dia 1° de julho, às 15 horas, a Assufrgs apresentou ao Pró-reitor de Gestão de Pessoas, Maurício Viegas, o último relatório confeccionado pelo GT Racionalização da Comissão Nacional de Carreira, distribuído em recente seminário sobre Racionalização promovido pela Fasubra, bem como [...]

Com a presença dos coordenadores Antonieta, Silvia, Fabiano e Silvio, em reunião realizada no dia 1° de julho, às 15 horas, a Assufrgs apresentou ao Pró-reitor de Gestão de Pessoas, Maurício Viegas, o último relatório confeccionado pelo GT Racionalização da Comissão Nacional de Carreira, distribuído em recente seminário sobre Racionalização promovido pela Fasubra, bem como documento compilando algumas novas demandas originadas no seminário principalmente as referentes aos cargos de Porteiro, Recepcionista e Operador de Máquina Copiadora

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O coordenador Silvio Corrêa explanou rapidamente sobre as mudanças propostas justificando a passagem de vários cargos da Classe A para a Classe B em função da queda da exigência de experiência para inscrição em concurso público, bem como salientou a demanda dos ocupantes dos cargos de Porteiro, Recepcionista e Operador de Máquina Copiadora, de passagem da Classe C para a Classe D tendo em vista o fato de que a escolaridade exigida para ingresso nestes cargos é o ensino médio.

Segundo o pró-reitor Maurício Viegas todos que têm exigência de Ensino Médio deveriam estar Classe “D”, até para tornar a gestão de pessoas mais ágil e não haver problemas com o desvio de função, assim tanto os servidores como os gestores se favoreceriam com esta alteração. O Pró-reitor se comprometeu a estar defendendo as reivindicações apresentadas junto a Comissão de Recursos Humanos da Andifes, da qual é integrante, bem como a colaborar na marcação de audiência com o Reitor para tratarmos deste tema.

Também foi tratado tema referente as horas extras dos colegas da SP3 e do Ceclimar, que, a despeito de já terem recebido as 90 horas possíveis de serem pagas por ano, continuam tendo de prestar serviços em horário excedente ao seu horário de trabalho. O Pró-reitor explicou não haver forma de se efetuar pagamento além do previsto legalmente e que a solução seria a compensação destas horas durante o horário normal. Os coordenadores da Assufrgs salientaram ser esta uma medida semelhante ao famoso banco de horas que não funciona na iniciativa privada.

Com relação ao Plano de Saúde, foi confirmada a presença de representante da Divisão de Saúde Suplementar da Progesp em reunião dos aposentados a realizar-se na Assufrgs no dia 12/07, às 14 horas.

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