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Assufrgs elege 26 delegados para representar a entidade no XX Congresso da Fasubra

A Assufrgs realizou a última assembléia para escolha de delegados para o XX Confasubra, na tarde de quinta-feira (30/4). Ao final de quatro assembleias a entidade será representada por 26 delegados. A estação Agronômica e o Ceclimar elegeram dois delegados, a Universidade de Ciências Médicas também escolheu dois e na Ufrgs foram tirados 22 delegados. Em cada Assembléia houve debate das teses.

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A assembléia da Assufrgs realizada na quarta-feira (29/4) para escolha de delegados ao XX Congresso da Fasubra elegeu 22 delegados. A Chapa 1 (CSC/CTB) defendida por Neco e Igor com 56 votos, fez seis delegados. A Chapa 2 (Tribo/CSD) defendida por Rose, Mozarte e Luci, com 59 votos, também fez seis delegados e a Chapa 3 (Intersindical, Vamos à luta e Conlutas), defendida pela Berna e Chiquinho, fez 103 votos e elegeu 10 delegados.

A Assembléia iniciou às 14h30, no auditório da Economia, e contou com a participação de 221 servidores. O Coordenador da Fasubra, Luiz Francisco Martins Alves (O Chiquinho), deu as boas vindas ao público e falou sobre a importância deste Congresso para a categoria.



Defesa de Teses teve polarização e consensos

As defesas das teses foram polarizadas principalmente entre a desfiliação da Fasubra da CUT (Chapa 1 e Chapa 3) e a defesa de algumas políticas do governo Lula (Chapa 1) e da CUT (Chapa 2). O consenso entre as três chapas foi na questão da necessidade de mobilização da categoria e na paridade entre ativos e aposentados.

A Chapa 1 (CSC/CTB) foi defendida pelo coordenador da Assufrgs, José Luis Rockenbach (Neco) e Igor. Neco destacou que neste momento o fundamental é a união de todos os trabalhadores. "Apesar das diferenças o importante é atuar conjuntamente". Que nesta crise do capitalismo, gerada pelo modelo neoliberal, do governo FHC, com algun viés no governo Lula, a CUT não cumpre mais este papel e por este motivo a Fasubra tem que se desfiliar da Central.
Apesar da crítica, Neco ressaltou que o Governo Lula é diferente do anterior, pois foi nele que a categoria conseguiu o plano de carreira e também a realização de concurso para novos servidores. A chapa 1 defendeu o fim da terceirização, a luta pela mudança da política econômica, a manutenção das IFES e a modificação no plano carreira com o cargo único. “Somos a única carreira do serviço público que não desvinculou ativo de aposentado. Para exigir mudanças é fundamental garantir a categoria mobilizada”, concluiu Neco.

Luci da Chapa 2 (CSD/Tribo) afirmou que as conquistas dos trabalhadores nos últimos anos foram garantidas pela CUT. “Claro que temos contradições, mas a CUT é quem tem mobilizado os trabalhadores”. Mozarte destacou que os companheiros que falam da CUT desconhecem sua história ou querem esquecê-la. Também defendeu a paridade entre ativos e aposentados. “Somos contrários ao imposto sindical compulsório e na reforma trabalhista devemos cobrar do governo a manutenção das conquistas dos trabalhadores”.

Bernadete Menezes defendeu a Chapa 3 e fez uma composição com a Tese do Chiquinho e do Sílvio. “Sempre fizemos esforços para unificar a categoria”, iniciou Berna. Destacando que este congresso é realizado num momento difícil para os trabalhadores que precisam se mobilizar para não pagar por esta crise. “Estamos no limiar de uma era e este sistema capitalista que esta aí também está colocando em risco o meio ambiente”, alertou.

Berna contrapôs a Tribo e disse que o grande teste da CUT ocorreu na primeira gestão do governo Lula, na reforma da previdência, que fez os trabalhadores trabalharem mais tempo antes de se aposentar. Para concluir Berna pediu que os presente acreditassem na TV e não nela para ver que o governo tem dinheiro para os banqueiros e empresários e não tem dinheiro para os trabalhadores. “Precisamos de uma nova composição na Fasubra para enfrentar o Congresso e o Governo. O Governo vetou o step constante e a Fasubra fez o quê? O Governo convocou uma Conferência Nacional de Educação que irá criar um SUS da educação e definir um plano para 10 anos e a Fasubra fez o quê? Vejam o que é a luta pelos 3,17%, temos que garantir as conquistas dos trabalhadores. Por isto estamos propondo a desfiliação da Fasubra da CUT”, concluiu Berna.
Após a defesa das teses os participantes votaram em urnas e foram contabilizados os votos de cada chapa.

UFCSPA elege dois delegados

A Assembléia da UFCSPA ocorreu na quinta-feira (30/04), na sala 208 e contou com a participação de 26 pessoas. Como nas outras assembléias foram realizadas as defesas das teses pelos coordenadores da Assufrgs, Bernadete Menezes (Berna) e José Luis Rockenbach (Neco) e pelo coordenador da Fasubra, Luiz Francisco Martins Alves (Chiquinho). Ao final foram eleitos dois delegados. Salete Maria Wiggers e Ivone Pereira Rodrigues como titulares e Edson Gonçalves da Silva ficou na suplência.

Ceclimar também escolheu os seus delegados

Na assembléia realizada  terça-feira(28/04) no Ceclimar, em Imbé, o coordenador da Fasubra, Luiz Francisco Martins Alves (O Chiquinho), também falou sobre a importância deste congresso e apresentou a Tese Vamos à Luta. Pela Intersindical, por Fabiano Porto dos Santos apresentou a tese e José Feltrin, da corrente Prestista, participou do debate com uma análise da conjuntura do PCB e sobre as Centrais Sindicais. Após o debate foram eleitos Paulo Edmundo dos Santos, como delegado titular tendo como primeiro suplente Sílvio Luis de Oliveira e segundo suplente Lorice Lima da Silva.

Estação Agronômica escolheu seus delegados

Os servidores da Estação Agronômica de Eldorado do Sul foram os primeiros a escolher delegados para o XX Confasubra.

A Assembléia ocorreu nesta segunda-feira (27/4) e contou com a participação do coordenador da Fasubra, Luiz Francisco Martins Alves (O Chiquinho), que falou sobre a importância deste congresso.

Em seguida foram apresentadas as teses pelo coordenador da Assurgs, José Luiz Rockenbach (Neco) que fez um resumo da tese da CTB, e do coordenador de imprensa, Fabiano Porto, que apresentou a tese da Intersindical e o Chiquinho do coletivo “Vamos a luta”.

Logo após a apresentação das teses ocorreu a escolha dos delegados José Adair Rocha de Souza como titular e como suplentes Marcelo de Souza Rodrigues e José Cláudio Murari Matos. O último ponto da assembléia foi relatada a situação dos processos dos 3,17%.



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