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Ato Unificado nesta quarta-feira reúne sindicatos de servidores públicos

Servidores Públicos Federais, Estaduais e Municipais realizam ato no RS para exigir data-base, revisão anual de vencimentos e política salarial.

O próximo dia 9 de abril será uma importante data para a luta dos trabalhadores em todo o Brasil. Na capital gaúcha, os sindicatos dos servidores públicos promovem um ato unificado para denunciar a falta de data-base para revisão anual de seus vencimentos e de uma política salarial para os trabalhadores públicos.

O ato será em frente ao prédio da Receita Federal em Porto Alegre (Chocolatão – Av. Loureiro da Silva, 445), 14h, ponto simbólico para apontar a priorização dos recursos públicos para o pagamento da dívida em detrimento dos investimentos em Saúde e Educação, demandas prioritárias da população. Na sequência das atividades, haverá uma caminhada até a Esquina Democrática, para diálogo com a sociedade.

A Assufrgs participará deste ato em Porto Alegre. A concentração dos trabalhadores da UFRGS, UFCSPA e IFRS-PoA ocorre ao lado da Faculdade de Educação da UFRGS, às 12h, com caminhada até a Receita.

Ao mesmo tempo, em São Paulo, as Centrais Sindicais promovem uma Marcha Unificada, que conta com apoio da Fasubra. A previsão é que mais de 50 mil trabalhadores participem dessa marcha, cujos eixos de reivindicação incluem as pautas dos servidores públicos:
data-base, política salarial e equiparação de benefícios.

6 comentários para "Ato Unificado nesta quarta-feira reúne sindicatos de servidores públicos"

  1. Paulo Santos abril 8th, 2014 08:21 am Responder

    Colegas,
    Alguém sabe informar algo referente a racionalização dos cargos ? Quando vão corrigir os erros cometidos na mudança da carreira em 2005. Sabem informar o motivo que levou vigilantes pularem do nivel de apoio com ensino fundamental para a Classe D, onde a exigência de ingresso é ensino médio ou profissionalizante. Complicado entender como outros colegas com cargos que exigem ensino médio para ingresso foram colocados na Classe C. Olhando a tabela percebo que diferenças no salário poderiam superar R$800,00 dependendo do tempo de serviço. Imaginava que a classe sempre seria defendida de forma única, parece que não funciona bem assim. Alguns questionamentos feitos por outros colegas ficaram sem resposta…. nada foi explicado. Será que pessoas que tiveram seus cargos extintos, aposentados ou pensionistas não merecem atenção ?

  2. Doris Borges Franz abril 8th, 2014 10:52 am Responder

    Concordo com o colega Paulo. Se existe esta possibilidade de o grupo de apoio ter “pulado” para a Classe D, como fica a questão de legitimidade?

  3. Paulo Santos abril 9th, 2014 13:02 pm Responder

    GT Racionalização de 25 de Julho de 2013- Reuniao com Ministério da Educação

    A coordenadora Geral de Recursos Humanos das Instituições Federais de Ensino do MEC, Dulce Tristão, fez apresentação do relatório onde foram debatidos alguns pontos da posição governamental, com a representação do governo informando que existem alguns dogmas dos quais não abrem mão, tais como:

    - Provimento derivado

    - Finalidades atribuições/remunerações

    - Impedimento jurídico de aglutinação

    - Cargos extintos e ou passíveis de terceirização não poderão ser racionalizados;

    Muito estranho que o Cargo de Vigilante consta como extinto, não era exigido ensino médio para ingresso e foram colocados na Classe D por força de estarem presentes nas reunioes na epoca da elaboração do plano de carreira vigente.

    Quando vigilantes foram reclassificados receberam um aumento bem superior a todos dos demais níveis, será que foi justo ?

    Quando na assembléia escutei um vigilante, pegar no microfone e chorar por certas questões restou perguntar, que sobra para os demais?

    Diante desta questão ficou claro que “Não podemos nos omitir, precisamos participar mais, cobrar e entender de fato tudo que for negociado em nome da categoria”.

  4. Marina abril 9th, 2014 17:55 pm Responder

    O Ato Unificado de Hoje, que foi muito bonito e civilizado, inclusive vimos pessoas, do alto de suas sacadas, aplaudindo nossa caminhada. A marcha em Porto Alegre serve para mostrar à sociedade, aos políticos e aos que não estão com fé em nossa força, que os servidores públicos estão unidos, rumo à greve unificada. Nós, servidores federais, mostramos que nossa pauta principal é SERVIÇO PÚBLICO DE QUALIDADE, data-base e reposição salarial já! OU SEJA, NÃO ESTAMOS SOZINHOS NESSA! QUEREMOS SER VISTOS E RECEBIDOS PELO GOVERNO! Os professores estaduais reclamam por nomeação de concursados (!!!), pois estão privatizando a educação, a começar pela base, com muitos professores contratados, quando há professores para nomeação! Os professores estaduais também querem piso salarial, e também querem educação gratuita e de qualidade. A classe trabalhadora como um todo merece ser ouvida e por isso fomos às ruas, pois somos solidários também às questões apontadas pelo companheiro da CUT: o sucateamento do serviço público, a privatização imposta de forma irracional, visando apenas ao lucro, tem de parar. Onde vai dar o Brasil se não se investir em saúde, educação, transporte demais serviços públicos de qualidade???? Somos concursados, estamos no serviço público porque merecemos, temos dignidade e realizamos nosso trabalho com esmero e da melhor maneira, não é possível que não tenhamos no mínimo uma política de proventos adequada ao serviço que prestamos. São mais de 40 Universidades federais em greve.Nosso ato marca uma nova fase da greve, que está tomando forma Nacional. http://www.fasubra.org.br/index.php/fasubra/543-cng-fasubra-realiza-atividades-para-pressionar-abertura-das-negociacoes-com-governo-federal
    A frase do companheiro do judiciário resume bem nossa greve: Podemos lutar sem haver vitória, mas não haverá vitória senão lutarmos.

  5. Valeri Brando abril 10th, 2014 09:24 am Responder

    Tenho algumas duvidas quanto a minha situação, sei também que outros colegas estão na mesma situação.
    Tenho mais de 100 horas de curso de bioterismo não reconhecidos por ser anterior a ano de 2005. cursos apoiados pela própria universidade e que no frigir dos ovos não teve efeito nenhum em termo de mudanças de nível.
    Pois hoje sou DII 16, tenho um banco de horas de 50 horas sobrando com curso na área ambiental e mais este tempo perdido , digamos assim na área de biotério..
    Uma pergunta; Quando vão lutar pela volta dos anuênios que tenho 33 anos de ufrgs e parei com 18%. Tem muita coisa a ser revista em nossa vida funcional, não acham?

    1. Paulo Santos abril 10th, 2014 15:04 pm Responder

      Colega Valeri a questão dos Vigilantes resolveram, mesmo com exigência de ensino fundamental foram elevados até a Classe D, sendo que na época foram premiados com o maior dos aumentos. Quando aprovaram o Plano de Cargos em 2005 muitas pessoas nem sabiam o que estavam aceitando, precisamos de uma associação mais comprometida de forma AMPLA.

      Merecemos uma representação mais expressiva e operante dentro do CONSUN, afinal ao longo dos anos percebi que alguns venderam-se por cargos ou FGS. Chegou o momento de lutar por uma composição maior de servidores no CONSUN, principalmente comprometidos com a totalidade dos servidores.

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