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Carta do GT Mulheres à Comunidade Universitária

Nós, do GT mulher da Assufrgs, manifestamos o nosso repudio a esta onda de violência exacerbada que nos oprime no nosso dia-a-dia. Especialmente no cotidiano da universidade, onde as mulheres são assediadas, temos exemplos aqui como a mãe que foi impedida de assistir aula com sua filha no curso de letras, e as meninas que [...]

Nós, do GT mulher da Assufrgs, manifestamos o nosso repudio a esta onda de violência exacerbada que nos oprime no nosso dia-a-dia. Especialmente no cotidiano da universidade, onde as mulheres são assediadas, temos exemplos aqui como a mãe que foi impedida de assistir aula com sua filha no curso de letras, e as meninas que são estupradas no Campus do Vale, os estupradores ficam impunes, e a sociedade patriarcal os encobre, colocando a vitima como culpada ou facilitadora da situação.

Por outro lado o assedio moral e psicológico de chefias que nos humilham muitas vezes depreciando nosso fazer ou não nos valorizando como iguais,  não nos oportunizando alternativas altruístas.

E não podemos esquecer-nos de falar sobre o ocorrido no Rio De Janeiro onde uma menina foi estuprada por mais de trinta homens que nos chocou, mas, não deixa de ser um comportamento que se faz no dia a dia com a banalização da violência contra a Mulher. Está na hora de propormos ações efetivas e de enfrentamento com essa cultura, pois a mídia e o delegado responsável pelo caso específico relativizou o caso concreto, deixando evidencias de que a vítima teria ‘contribuído’ com a tragédia ocorrida.

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