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Centrais vão se reunir para debater reforma sindical

Centrais vão se reunir sexta (30) para debater reforma sindical de Lula Nesta sexta-feira (30) cinco centrais sindicais – CTB, Força Sindical, UGT, Nova Central e CGTB – vão se reunir em São Paulo para debater sobre a PEC 369/05, do Executivo, que trata sobre a reforma sindical. Recentemente, a proposta recebeu parecer favorável do [...]

Centrais vão se reunir sexta (30) para debater reforma sindical de Lula

Nesta sexta-feira (30) cinco centrais sindicais – CTB, Força Sindical, UGT, Nova Central e CGTB – vão se reunir em São Paulo para debater sobre a PEC 369/05, do Executivo, que trata sobre a reforma sindical. Recentemente, a proposta recebeu parecer favorável do relator, deputado Moreira Mendes (PPS-RO), na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, onde aguarda votação.

Por meio de texto do diretor de Documentação do DIAP, Antônio Augusto de Queiroz, o Departamento divulgou as modificações e inovações que a proposta traz para a organização sindical.

Dentre as centrais que irão participar dessa reunião de sexta, duas criticam abertamente a proposta em discussão.

A CTB, por meio do presidente Wagner Gomes, disse ser “radicalmente contra [a proposta] porque vem para destruir o instrumento mais importante dos trabalhadores que é o sindicato”.

Gomes enfatizou também que “não pedimos mudanças, queremos que se mantenha a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que permite mínimas garantias para o trabalhador”, criticando a proposta como “uma medida que os setores da direita tomam para acabar com os sindicatos”, explicando que a medida não ajuda o movimento sindical porque pulveriza a luta sindical. E avalia que “nem tudo que o Governo Lula fez é bom para o trabalhador”.

A Nova Central também não poupou críticas à PEC, que a entidade classifica como “incongruente” e divulgou documento em que pontifica as alterações inseridas na proposta do governo apresentada em 2005, no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As demais centrais, até o momento, não divulgaram posicionamento sobre a proposta.

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Centrais vão se reunir sexta (30) para debater reforma sindical de Lula     Nesta sexta-feira (30) cinco centrais sindicais – CTB, Força Sindical, UGT, Nova Central e CGTB – vão se reunir em São Paulo para debater sobre a PEC 369/05, do Executivo, que trata sobre a reforma sindical. Recentemente, a proposta recebeu parecer favorável [...]

Centrais vão se reunir sexta (30) para debater reforma sindical de Lula    
Nesta sexta-feira (30) cinco centrais sindicais – CTB, Força Sindical, UGT, Nova Central e CGTB – vão se reunir em São Paulo para debater sobre a PEC 369/05, do Executivo, que trata sobre a reforma sindical. Recentemente, a proposta recebeu parecer favorável do relator, deputado Moreira Mendes (PPS-RO), na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, onde aguarda votação.
Por meio de texto do diretor de Documentação do DIAP, Antônio Augusto de Queiroz, o Departamento divulgou as modificações e inovações que a proposta traz para a organização sindical.
Dentre as centrais que irão participar dessa reunião de sexta, duas criticam abertamente a proposta em discussão.
A CTB, por meio do presidente Wagner Gomes, disse ser "radicalmente contra [a proposta] porque vem para destruir o instrumento mais importante dos trabalhadores que é o sindicato".
Gomes enfatizou também que "não pedimos mudanças, queremos que se mantenha a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que permite mínimas garantias para o trabalhador", criticando a proposta como "uma medida que os setores da direita tomam para acabar com os sindicatos", explicando que a medida não ajuda o movimento sindical porque pulveriza a luta sindical. E avalia que "nem tudo que o Governo Lula fez é bom para o trabalhador".
A Nova Central também não poupou críticas à PEC, que a entidade classifica como "incongruente" e divulgou documento em que pontifica as alterações inseridas na proposta do governo apresentada em 2005, no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
As demais centrais, até o momento, não divulgaram posicionamento sobre a proposta.

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