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Com nova regra, país levará trinta anos para zerar o rombo da previdência

  Vânia Cristino Correio Braziliense Apesar de a despesa aumentar nos primeiros anos, o governo está convencido de que a criação da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp), recém-aprovada pela Câmara dos Deputados, vai ser um bom negócio. Pelos cálculos feitos pelo Ministério da Previdência Social, a nova aposentadoria fará a despesa [...]

 

Vânia Cristino

Correio Braziliense

Apesar de a despesa aumentar nos primeiros anos, o governo está convencido de que a criação da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp), recém-aprovada pela Câmara dos Deputados, vai ser um bom negócio. Pelos cálculos feitos pelo Ministério da Previdência Social, a nova aposentadoria fará a despesa aumentar cerca de R$ 570 milhões anuais até 2030. A partir daí, o custo extra começará a cair até chegar a zero em 2040. De olho na solução do rombo da Previdência, o governo já pediu ao Senado que corra com a aprovação da Funpresp na Casa (leia matéria ao lado)

Para o secretário de Previdência Complementar, Jaime Mariz, esse aumento de despesa vai ser compensado, imediatamente, pela queda dos juros. “O Brasil paga em torno de R$ 200 bilhões por ano a título de serviço da dívida. O redesenho do futuro previdenciário brasileiro é um ingrediente fundamental para que se tenha uma queda nessa taxa. Se a taxa cair 1%, o que, segundo economistas, seria um percentual razoável, o país economizará em torno de R$ 2 bilhões ao ano”, explicou.

A matéria completa você lê na edição impressa do Correio Braziliense desta sexta-feira (2/3)

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