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Deputados entram com representação contra o ministro Fernando Haddad

Correio Braziliense  A Procuradoria-Geral da República recebeu nesta terça-feira (17/1) mais uma representação contra ministro do governo Dilma Rousseff. Desta vez, o acusado é o ministro da Educação Fernando Haddad, por prática de crime de responsabilidade. A representação foi apresentada pelos deputados João Campos (PSDB-GO), presidente da frente parlamentar evangélica, e Paulo Freire (PR-SP), sob [...]

Correio Braziliense

 A Procuradoria-Geral da República recebeu nesta terça-feira (17/1) mais uma representação contra ministro do governo Dilma Rousseff. Desta vez, o acusado é o ministro da Educação Fernando Haddad, por prática de crime de responsabilidade.

A representação foi apresentada pelos deputados João Campos (PSDB-GO), presidente da frente parlamentar evangélica, e Paulo Freire (PR-SP), sob o argumento de que Haddad deixou de responder a requerimento de informação da Câmara dos Deputados.

O requerimento não respondido por Haddad foi protocolado na Mesa Diretora da Câmara em 24 de agosto do ano passado e recebido pelo ministro em 14 de setembro, segundo o texto da representação enviada pelos deputados à procuradoria. O documento incluía questionamentos sobre um programa do ministério que trata da distribuição de preservativos para adolescentes nas escolas públicas e privadas de todo o país.

Os deputados queriam informações como o preço unitário dos preservativos e a idade das crianças que seriam incluídas no programa. Além disso, eles também solicitaram ao ministério a cópia do contrato de licitação das máquinas nas quais os estudantes poderiam retirar gratuitamente os preservativos.

Sob o argumento de que cabe ao Congresso Nacional fiscalizar atos do Poder Executivo, os deputados solicitam na representação que o ministro seja processado por crime de responsabilidade por não ter respondido ao requerimento da Câmara dentro do prazo máximo de 30 dias. Eles querem que Haddad seja punido por “sua ação omissiva típica”.

Caberá ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, decidir agora se inicia um processo contra Haddad, que deverá se afastar do governo ainda no primeiro semestre deste ano para se candidatar à prefeitura de São Paulo.

3 comentários para "Deputados entram com representação contra o ministro Fernando Haddad"

  1. Eugenio, OFS janeiro 18th, 2012 10:46 am Responder

    Paz e bem!

    Se for para atacar a “Dil-má”
    vale tudo:
    jogar a pia da cozinha,
    ações contra educação sexual nas excolas
    e dar espaço aos grandes amigos dos servidores públicos (em especial os federais),
    os tucanos.

  2. Neco janeiro 18th, 2012 12:50 pm Responder

    Na verdade estes deputados reacionários além de ser contra a Dilma, com sua mentalidade feudal são contra a camisinha, a discriminalização do aborto, a liberdade sexual… e por aí vai…

  3. Marisane janeiro 18th, 2012 14:34 pm Responder

    Que barbaridade!! Isso é publicado! Mas quando uma coordenação do sindicato passa por cima da decisão de uma assembléia (nunca vista na história da Assufrgs) isso não é publicado, Se antes era só imoral e anti-etico, agora é ilegal. Assembléia é soberana… onde vamos parar?

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