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Dia 08 de março – Dia Internacional da Mulher

  Em Homenagem ao Dia Internacional da Mulher a Coordenação da ASSUFRGS, representada por Maria de Lourdes Ambrosio e Sandra de Brito Stefani, da pasta de Saúde e Segurança do Trabalhador, realizaram um trabalho de campo, mostrando através de imagens, a diversidade de técnica-administrativas e, também as trabalhadoras de empresas terceirizadas  que atuam em várias [...]

 

Em Homenagem ao Dia Internacional da Mulher a Coordenação da ASSUFRGS, representada por Maria de Lourdes Ambrosio e Sandra de Brito Stefani, da pasta de Saúde e Segurança do Trabalhador, realizaram um trabalho de campo, mostrando através de imagens, a diversidade de técnica-administrativas e, também as trabalhadoras de empresas terceirizadas  que atuam em várias áreas do conhecimento dentro da UFRGS, UFCSPA e IFRS-POA.

(Conforme seguem as fotos)

Claudia Porcellis – Diretora do Museu da UFRGS , há 28 anos;

Maria Aparecida Pires Nunes – Relações Públicas, há 35 anos;

Maria Cristina Pons da Silva – Museóloga, há 03 anos;

Adriana Conceição Flores – Portaria Recepcionista;

Luciana Carvalho de Oliveira – Vigilante, há 05 anos;

Laise Costa Barba – Técnica de Laboratório, há 02 anos;

Isabel Eurgel- Técnica de Laboratório, há 02 anos;

Monise Santana dos Santos – Técnica de Laboratório – UFCSPA;

Tamirez Paim – Técnica Administrativa, na Secretaria da Prefeitura do Campus do Vale.

 

HISTÓRIA DO DIA 08 DE MARÇO CONHEÇA

8 de março: Uma data de muitas histórias e lutas

As comemorações do dia 8 de março estão mundialmente vinculadas às reivindicações femininas por melhores condições de trabalho, por uma vida mais digna e sociedades mais justas e igualitárias. Essa luta é antiga e contou com a força de inúmeras mulheres que nos vários momentos da história da humanidade resistiram ao machismo e à discriminação.

É a partir da Revolução francesa, em 1789, que as mulheres passam a atuar na sociedade de forma mais significativa, reivindicando a melhoria das condições de vida e trabalho, a participação política, o fim da prostituição, o acesso à instrução e a igualdade de direitos entre os sexos.

É nessa época que surge o nome da francesa Olympe de Gouges, em 1791, ela lança a “Declaração dos Direitos da Cidadã”, onde reivindicava “o direito feminino a todas as dignidades, lugares e empregos públicos segundo suas capacidades”. Afirmava também que “se a mulher tem o direito de subir ao cadafalso, ela deve poder subir também à tribuna”. Olympe de Gouges foi julgada, condenada à morte e guilhotinada em 3 de março de 1793, por “ter querido ser um homem de estado e ter esquecido as virtudes próprias do seu sexo”. Nesse mesmo ano, as associações femininas foram proibidas na França.

Revolução Industrial

Na Segunda metade do século XVIII, as grandes transformações ocorridas no processo produtivo e que resultaram na Revolução Industrial, trouxeram consigo uma série de reivindicações até então inexistentes. A absorção do trabalho feminino pelas indústrias, como forma de baratear os salários, inseriu definitivamente a mulher no mundo da produção. Ela passou a ser obrigada a conviver com jornadas de trabalho que chegavam até 17 horas diárias, em condições insalubres, submetidas a espancamentos e ameaças sexuais constantes, além de receber salários que chegavam a ser 60% menores que os dos homens.

Em exemplo típico do ambiente fabril na época era a tecelagem Tydesley, em Manchester, na Inglaterra, onde se trabalhava 14 horas diárias a uma temperatura de 29º, num local úmido, com portas e janelas fechadas e, na parede, um cartaz afixado proibia, entre outras coisas, ir ao banheiro, beber água, abrir janelas ou acender as luzes.

Luta Operária

Não tardaram a surgir, na Europa e nos Estados Unidos, manifestações operárias contrárias ao terrível cotidiano vivenciado e os enfrentamentos com o patronato e a polícia se tornaram cada vez mais frequentes. A redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias passou a ser a grande bandeira dos trabalhadores industriais.

Em 1819, depois de um enfrentamento em que a polícia atirou com canhões contra os trabalhadores, a Inglaterra aprovou a lei que reduzia para 12 horas o trabalho das mulheres e dos menores entre 9 e 16 anos. Foi também a Inglaterra o primeiro país a reconhecer, legalmente, o direito de organização dos trabalhadores. O parlamento inglês aprovou, em 1824, o direito de livre associação e os sindicatos se organizaram em todo o país.

Foi no bojo das manifestações pela redução da jornada de trabalho que 129 tecelãs da Fábrica de Tecidos Cotton, em Nova Iorque, cruzaram os braços e paralisaram os trabalhos pelo direito a uma jornada de 10 horas, na primeira greve norte-americana conduzida unicamente por mulheres. Violentamente reprimidas pela polícia, as operárias, acuadas, refugiaram-se nas dependências da fábrica. No dia 8 de março de 1857, os patrões e a polícia trancaram as portas da fábrica e atearam fogo. Asfixiadas, dentro de um local em chamas, as tecelãs morreram carbonizadas.

Durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada em 1910 na Dinamarca, a famosa ativista pelos direitos femininos, Clara Zetkin, propôs que o 8 de março fosse declarado como o Dia Internacional da Mulher, homenageando as tecelãs de Nova Iorque.

Em 1911, mais de um milhão de mulheres se manifestaram na Europa. A partir daí, essa data começou a ser comemorada no mundo inteiro.

Da Assessoria de Imprensa da ASSUFRGS com  Histórico da Mulher extraído da www.redemulher.org.br

 

 

 

4 comentários para "Dia 08 de março – Dia Internacional da Mulher"

  1. REJANE fevereiro 25th, 2013 16:53 pm Responder

    Parabéns meninas…belo trabalho

  2. Luci Mari fevereiro 25th, 2013 17:19 pm Responder

    Fica também uma proposta de apresentar as trabalhadoras que se dedicam ao meio ambiente ou as que trabalham na coleta seletiva dos resíduos e promovem um melhor ambiente dentro da universidade e propagam a autossustentabilidade das comunidades em torno da universidade.
    Luci Mari Castro L. Jorge
    Instrumentadora Cirúrgica e Ag. Ambiental do DAS/PROGESP.
    Ramal: 2011.

  3. sandra stefani fevereiro 26th, 2013 12:19 pm Responder

    oi Luci , não estamos com muito tempo e nem tem como passar em todos os setores, mas gostei muito da tua sugestão, se você quiser contribuir vou ficar grata, ainda tem um tempinho para colocarmos as fotos, tire as fotos e envie para a Raquel, desde já obrigado.
    abraço Sandra.

  4. Mario Pereira março 6th, 2013 23:09 pm Responder

    Quero prestar as minhas mais sinceras homenagens a todas trabalhadoras que formam este sindicato pela sua garra e dedicação ,que continuemos todos juntos homens e mulheres na busca constante de um país melhor para todos.

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