Início > Notícias > Dia de Lutas: Trabalhadores da Educação e Saúde realizaram Ato contra o PL 92 e Polícia Militar agride os bancários em greve
Dia de Lutas: Trabalhadores da Educação e Saúde realizaram Ato contra o PL 92 e Polícia Militar agride os bancários em greve

Servidores da Educação e da area da Saúde fazem Ato Público contra o Projeto de Lei (PL) 92 do governo Federal que cria as Fundações Públicas de Direito Privado ,transferindo para a iniciativa privada áreas como a saúde e educação, que são prerrogativas do Estado, numa espécie de privatização dos serviços públicos.

Ato contra o PL 92 que cria as Fundações Públicas de Direito Privado

Servidores da Educação e da area da Saúde fazem Ato Público contra o Projeto de Lei (PL) 92 do governo Federal que cria as Fundações Públicas de Direito Privado ,transferindo para a iniciativa privada áreas como a saúde e educação, que são prerrogativas do Estado, numa espécie de privatização dos serviços públicos.

O Ato foi ao frente do Hospital Conceição e contou com a presença de entidades e trabalhadores da Saúde (Associação dos Servidores do Grupo Hospitalar Conceição (Aserghc), Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (Sindisaúde-RS) e Associação dos Servidores do Hospital de Clínicas (Ashclin) e contou com a presença da Associação dos Servidores da Ufrgs (Assufrgs) e da Ufpel (Assufpel).




Bancários são agredidos pela Brigada em frente ao Banrisul
Os bancários foram vítimas da ação truculenta da Brigada Militar na manhã desta quinta-feira, dia 16, durante manifestação que fechou a agência central do Banrisul, na Praça da Alfândega, Centro da Capital.


Mais de 200 bancários, reunidos no local num ato de mobilização para para exigir a reabertura das negociações com a direção do banco, foram dispersados com violência pelos policiais. Às custas da violência e com vários bancários feridos, a Brigada conseguiu reabrir a agência.

Os bancários querem ter o direito democrático da greve e de se manifestar livremente para cobrar dos bancos as reivindicações da Campanha Nacional. Só que agora, além da luta pela pauta da categoria, há um componente fora da pauta que preocupa muito a categoria: ter o direito de se manifestar sem a repressão da Brigada Militar.

É inacreditável, mas o Rio Grande do Sul voltou aos anos de chumbo. Assim como acontecia na época da ditadura, coibir manifestações legítimas de trabalhadores é uma das prioridades do comandante da Brigada Militar, coronel Paulo Mendes, que já deixou claro: as barreiras da BM só serão desativadas quando houver uma ação de movimentos sociais. (Fonte Sindibancários)

Veja também