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Diálogo com a população e marcha marcam os dois meses de greve

No dia em que a greve nacional dos técnicos em educação completa dois meses, os trabalhadores em greve da Assufrgs realizaram uma panfletagem na Esquina Democrática, um dos pontos mais movimentados de Porto Alegre. Apesar da forte mobilização nacional, ainda não foi apresentada proposta satisfatória ao movimento.

No dia em que a greve nacional dos técnicos em educação completa dois meses, os trabalhadores em greve da Assufrgs realizaram uma panfletagem na Esquina Democrática, um dos pontos mais movimentados de Porto Alegre. O ato, que contou com a presença também dos professores em greve do Andes, foi finalizado com uma marcha até o Banco Central.

Os cortes dos recursos destinados à Educação e o impacto nas Universidades e Institutos Federais foram denunciados à população que transitava no centro da Capital. Os materiais distribuídos explicavam as principais reivindicações da greve e denunciavam a grande fatia de recursos que é destinada aos pagamento de juros e amortizações da dívida pública, levando quase metade do orçamento federal. As despesas com o pagamento da dívida tiram recursos essenciais para investimento em áreas essenciais como educação, saúde e segurança.

Após a panfletagem, os TAES seguiram em marcha rumo ao Banco Central, em alusão à reunião do Comitê de Política Monetária que ocorre em Brasília, na sede do Banco Central. O Copom terá nova reunião nesta quarta-feira (28) quando deverá ser definida mais uma elevada dos juros.

Dois meses de greve

A greve nacional da Fasubra conta com a adesão de mais de 60 instituições de ensino públicas e é considerada uma das mais fortes da história. Além dos professores do Andes, outras categorias do Fórum dos Servidores Públicos Federais também estão na luta, dando força à mobilização. Apesar disso, as reuniões com o MPOG e MEC não trouxeram avanços significativos, tanto na pauta geral dos SPFs quanto na pauta específica da Fasubra, fazendo com que os servidores sigam em greve.

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