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Encontro Nacional do MST discute efeitos da crise no Brasil

“O capitalismo é um modo de existir que produz crise e quem paga a conta é o trabalhador”. A declaração foi dada nesta quarta-feira (21) pela historiadora e professora da Universidade Federal Fluminense, Virgínia Fontes, no 13º Encontro Nacional do MST. O evento faz parte das comemorações do aniversário de 25 anos do MST e [...]

“O capitalismo é um modo de existir que produz crise e quem paga a conta é o trabalhador”. A declaração foi dada nesta quarta-feira (21) pela historiadora e professora da Universidade Federal Fluminense, Virgínia Fontes, no 13º Encontro Nacional do MST. O evento faz parte das comemorações do aniversário de 25 anos do MST e ocorre no assentamento Novo Sarandi, em Sarandi, Rio Grande do Sul (RS). Mais de mil pessoas participam do encontro.

Na palestra com o tema conjuntura internacional, a professora afirmou que as forças populares devem se atentar para os novos desafios que crise financeira mundial coloca. No caso, fazer uma análise mais profunda e minuciosa sobre a interconexão entre os setores produtivos e bancários.

Virgínia ainda destacou que, diante das crises, as forças populares devem ser organizar para elabora e apresentar um emergencial social para impor medidas, como por exemplo, a suspensão da expropriação popular, como também a expropriação e a socialização imediata, com punição dos responsáveis de empresas, e bancos com problemas.

Logo em seguida, o cientista econômico e professor da Universidade Federal da Bahia, Luis Filgueiras, apresentou dados sobre o reflexo da crise mundial na economia brasileira. O aumento da taxa de desemprego e a queda nas exportações, que deve acontecer no Brasil, foram as principais preocupações do professor. O Encontro Nacional do MST começou nesta terça-feira (20) e vai até o próximo sábado (31).

Fonte: MST

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