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Entidades cobram do Ministro do Trabalho o fim da contribuição sindical para os servidores públicos

CUT (Central Única dos Trabalhadores), Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), entre outras entidades sindicais, foram recebidas, na quarta-feira, 22, pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi. O grupo defende a livre organização sindical e cobrou a derrubada da Instrução Normativa 1, publicada no Diário Oficial da União e que determina a cobrança de [...]

CUT (Central Única dos Trabalhadores), Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), entre outras entidades sindicais, foram recebidas, na quarta-feira, 22, pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi. O grupo defende a livre organização sindical e cobrou a derrubada da Instrução Normativa 1, publicada no Diário Oficial da União e que determina a cobrança de imposto sindical a todos os servidores públicos brasileiros.

As entidades argumentam que a maioria dos sindicatos é mantida com o pagamento voluntário somente dos servidores que querem se sindicalizar. Lupi pediu que as entidades reúnam dados técnicos para que o Ministério do Trabalho faça uma análise. Há quase duas décadas a luta dos servidores é conduzida independente de qualquer contribuição compulsória.

CUT, Condsef e entidades de classe querem que a organização sindical permaneça no controle dos próprios servidores, que decidem o que é melhor para a classe. Uma nova reunião deve ser agendada para continuar discutindo a polêmica. As entidades contra a cobrança compulsória do imposto argumentam que este elemento enfraquece e ameaça a luta de classe. Entidades que se sustentam por essa prática perdem sua característica de luta por receber contribuição recolhida direto pelo governo.

Por: site Condsef

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