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Fasubra avalia início da Greve Nacional

Em todo o Brasil, a categoria respondeu positivamente, deflagrando Greve Nacional em 30 Instituições Federais de Ensino Superior. A nossa Greve já inicia forte. Milhares de trabalhadores (as), incluindo os Hospitais Universitários, estão em Greve. Todos na luta em DEFESA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS, em conjunto com os SPFs.

Em todo o Brasil, a categoria respondeu positivamente, deflagrando Greve Nacional em 30 Instituições Federais de Ensino Superior. A nossa Greve já inicia forte. Milhares de trabalhadores (as), incluindo os Hospitais Universitários, estão em Greve. Todos na luta em DEFESA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS, em conjunto com os SPFs.

Cientes da necessidade desta ação mais intensificada, pelo conjunto dos SPFs, a FASUBRA, cumpriu com o seu papel e foi às ruas contra qualquer iniciativa do governo que possa ameaçar o fortalecimento do Estado Brasileiro, da Democracia e dos Direitos dos Trabalhadores do Serviço Público. No entanto, esta luta demanda uma ação articulada do conjunto da classe. Temos trabalhado cotidianamente no Congresso Nacional, dialogando com os parlamentares, ressaltando as contradições contidas no PLP 01/2007. Além disso, questionando quanto a contradição que representa a ameaça ao direito de greve – apresentado pela AGU, em relação a instituição de um processo democrático de negociação coletiva do Estado com os servidores públicos.

Dando concretude a esta tarefa, que não é pequena, nesta semana estaremos retomando as ações, já desenvolvidas, no Congresso Nacional, pela FASUBRA, num contato direto com os parlamentares, acerca destes temas.

No Brasil, além da FASUBRA, várias categorias encontram-se em Greve, com destaque a Cultura, IBAMA, INCRA e Comissão de Minas e Energia (base da CONDSEF) lutando por questões de âmbito geral e pelo avanço das negociações da pauta de reivindicações setorizadas. Na FASUBRA não é diferente. A nossa categoria tem a clareza do significado da sua ação política nesta conjuntura, onde deparamos com ameaça a direitos assegurados constitucionalmente. Ainda temos que enfrentar a ameaça de ressuscitar um modelo de gestão – Organizações Sociais de Bresser Pereira, derrotado pelos movimentos sindical e sociais, agora maquiado sob a forma de Fundação Estatal.

Mesmo articulado a luta geral, temos a clareza do eixo específico de nossa Greve, não perdendo o foco de nossa luta, pois o nosso dever de dirigir a Greve da FASUBRA, vez que a base de nossa categoria, deposita no CNG a responsabilidade de conduzir as suas reivindicações no processo negocial, com êxito, apoiando com as atividades de pressão nos Estados. Legitimamente, as demais categorias do serviço público estão na luta por suas questões setorizadas, e também envolvidas nas questões de âmbito geral.

A FASUBRA, agora representada politicamente pelo CNG – composto pela Direção Nacional da Federação e pelos (as) Delegados (as) de Base, está desenvolvendo todas as ações para garantir uma evolução no processo negocial, indicado inicialmente pelo MPOG para iniciar no dia 6 de junho de 2006. Os documentos disponibilizados para a nossa categoria, enviados pelo MEC e pelo MPOG, bem como o ofício número 147/2007, elaborado pela FASUBRA, dialogando com o teor dos documentos referidos (ID-13), demonstram que a FASUBRA mantém o seu princípio histórico de investir no processo negocial, pois temos a convicção de que a Greve só é utilizada, quando não existe negociação; quando não se tem clareza na garantia do processo negocial – com início-meio e fim; e quando existe quebra de acordo.

Precisamos de uma forte ação do movimento, para conseguirmos o estabelecimento de fato, de um processo de negociação, com definição da política e da metodologia, respondendo ao eixo protocolizado no MEC e MPOG.

Este é o nosso grande desafio e a motivação de nossa Luta. Somente com o envolvimento e paixão na Luta da categoria, alcançaremos êxitos neste momento. A categoria saberá responder à altura das dificuldades que no desenrolar do processo se apresentarão. Os desafios somatizam ainda mais a nossa capacidade política de luta que a história desta Federação comprova.

- EM DEFESA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS – CONTRA O PLP 01/2007
- CONTRA A RESTRIÇÃO AO DIREITO DE GREVE
- PELO APRIMORAMENTO DA CARREIRA
- EVOLUÇÃO DA TABELA
- RESOLUÇÃO DO VBC
- CONTRA A TRANSFORMAÇÃO DOS HUS EM FUNDAÇÃO ESTATAL
- POR RECURSOS PARA O PLANO DE SAÚDE COMPLEMENTAR

FORÇA NA LUTA
ATÉ A VITÓRIA!

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