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FASUBRA participa de Audiência Pública com o ministro da Educação

Ao final, o ministro da Educação, Renato Janine informou que o secretário de Educação Superior Jesualdo Faria incluirá na agenda uma reunião para quarta ou quinta-feira (dias 22 ou 23/07), entre Ministério da Educação, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão com a FASUBRA Sindical.

  

A FASUBRA Sindical participou da Audiência Pública da Comissão de Educação na Câmara dos Deputados. Por requerimento da deputada federal, Alice Portugal (PC do B/BA), houve inclusão na pauta do evento o tema da greve da Fasubra. 

Alice apontou que a categoria recebe atualmente o pior piso do executivo. Afirmou ainda que, há uma série de acordos descumpridos pelo governo. “Há um bom diálogo dos trabalhadores com o MEC, porém, os trabalhadores precisam que o ministério se coloque como protagonista junto à equipe econômica para que de fato, saiamos deste limbo salarial e de carreira”. 

Com um tempo de apenas um minuto de fala, o coordenador-geral da Fasubra Rogerio Marzola argumentou a falta de protagonismo e diálogo do MEC em relação às negociações e reivindicou agenda conjunta entre governo  e FASUBRA para tratar com efetividade da pauta específica. 

Ao final, o ministro da Educação, Renato Janine informou que o secretário de Educação Superior Jesualdo Faria incluirá na agenda uma reunião para quarta ou quinta-feira (dias 22 ou 23/07), entre Ministério da Educação, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão com a FASUBRA Sindical.

Confira a fala da deputada federal Alice Portugal (PCdoB/BA) (clique aqui) FASUBRA, do Coordenador Geral Rogério Marzola (clique aqui),  do Ministro do MEC Janine Ribeiro (clique aqui).

 

2 comentários para "FASUBRA participa de Audiência Pública com o ministro da Educação"

  1. Carlos julho 20th, 2015 12:28 pm Responder

    Diante da divisão ocorrida no PCCTAE em níveis A, B, C, D e E não seria melhor ter somente A e B ?
    Técnicos Administrativos poderiam ter duas grandes classes, Nível Superior e Sem Nível Superior, onde as especificidades de cada função seriam reconhecidas via incentivo qualificação e capacitação com percentuais maiores. Atualmente a grande maioria ingressante são assistentes em administração, desta forma já impera o cargo único com muitos ocupantes de cargos em extinção exercendo atividades em desvio de função, tornando-se mão de obra mais barata para o governo.

  2. ENIO PENHA julho 22nd, 2015 14:54 pm Responder

    Excelentíssimo Senhor Ministro da Educação: Segue abaixo demonstrativo via contra cheque de perdas salariais provocados por essa infame lei 11091/2005. Embora com o VBC – Valor Básico Complementar as perdas ocorrem mensalmente em torno de R$ 3.000,00 por mês.
    Segue também no teor deste e-mail mensagem enviada para o Senhor Secretário de Relações do Trabalho no Serviço Público, Dr. SÉRGIO EDUARDO ARBULU MENDONÇA.
    Atenciosamente!
    ______________________________
    Enio Penha.
    E-mail:eniopenha@eniopenha.com.br
    (51) 9885-3857 – VIVO. (51) 8550-3076 – OI.

    PERDAS COM O NÃO REEQUADRAMENTO DOS APOSENTADOS DAS UNIVERSIDADES DO BRASIL.

    PERDA MENSAL DE MARÇO A DEZEMBRO/2013 SEM O REENQUADRAMENTO.___________2.786,93.
    PERDA MENSAL DE JANEIRO E FEVEREIRO/2014 SEM O REENQUADRAMENTO.__________ 3.117,86.
    PERDA MENSAL DE MARÇO A DEZEMBRO/2014 SEM O REENQUADRAMENTO.__________ 3.273,77.
    PERDA MENSAL DE JANEIRO DE FEVEREIRO/2015 SEM O REENQUADRAMENTO._________ 3.500,92.
    PERDA MENSAL DE MARÇO A DEZEMBRO/2015 SEM O REENQUADRAMENTO.___________ 3.675,98.
    EMBORA COM O VBC(VALOR BÁSICO COMPLEMENTAR) AS PERDAS EXISTEM SEM O REPOSCIONAMENTO DOS APOSENTADOS.
    SEGUE EM ANEXO OS CÁLCULOS DAS PERDAS SEM O REENQUADRAMENTO DOS APOSENTADOS.
    Prezado Senhor Secretário de Relações do Trabalho no Serviço Público, Dr. SÉRGIO EDUARDO ARBULU MENDONÇA: O texto a seguir são esclarecimentos complementares ao ACORDO DE GREVE das Universidades federais: A lei 11.091/2005 reestruturou o plano de carreira dos técnicos administrativos das instituições federais de ensino com base no tempo de serviço público federal e desconsiderou formação acadêmica. E não preservou ou manteve os técnicos com direito adquirido na sua tabela “status quo ante”. Para que não houvesse prejuízo no salário foi feito um complemento (Valor básico complementar). Neste novo enquadramento os servidores serão promovidos por desempenho nas suas atividades e capacidade intelectual. Para o desempenho das atividades os mesmos serão avaliados por suas chefias (ativos). Mas os inativos não tem como ter esse tipo de progressão. E foi assim que no acordo de greve ficou estabelecido que no prazo de 120 a contar da assinatura do mesmo o grupo de trabalho iria tratar de orientar quanto ao reposicionamento dos aposentados. Cabe ressaltar, Prezado Senhor SÉRGIO EDUARDO ARBULU MENDONÇA, que o percentual de aumento estabelecido neste acordo já foi cumprido em março de 2013 (5% de aumento sobre o provento básico). Porque não se pedir via judicial com antecipação de tutela o cumprimento do ACORDO DE GREVE, ou seja, o reposicionamento dos aposentados na época. A sua consideração. Atenciosamente.
    ______________________________
    Enio Penha.
    E-mail:eniopenha@eniopenha.com.br
    (51) 9885-3857 – VIVO. (51) 8488-4843 – OI.

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