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III CONASSUFRGS inicia com debates intensos sobre conjuntura e Universidade

Congresso está sendo realizado no Colégio Júlio de Castilhos e segue até sábado (6) para debater os rumos da categoria e do sindicato.

 O III CONASSUFRGS teve início na manhã desta quinta (5), e reuniu os técnico-administrativos da UFRGS, UFCSPA e IFRS. O Congresso abriu com saudação dos Coordenadores Gerais da Assufrgs Arthur Bloise, Bernadete Menezes e Mozarte Simões.

 

O Conassufrgs seguiu com homenagem aos colegas falecidos recentemente Nairo Duarte e Eduardo Arraché.

Após, foram realizadas a leitura do regimento do Congresso, o qual foi aprovado por unanimidade; e apresentação das teses ao Congresso, que podem ser lidas clicando aqui.

Fechando a dinâmica da manhã do primeiro dia, os servidores participaram do debate sobre conjuntura com Guilherme Boulos (MTST), que afirmou ser necessário “lutar contra o ajuste fiscal do governo e resistir à ofensiva de direita”, disse o Coordenador do MTST.

 

À tarde, o debate centrou em torno do tema Universidade e Institutos Federais com participação dos ex-reitores Hélgio Trindade e Wrana Panizzi e o diretor da FASUBRA Mário Guimarães que abordaram a necessidade da defesa de uma Universidade novam e com raízes na sociedade.

Por fim, os participantes do Conassufrgs se reuniram em grupos, após a mesa de debates da tarde, para debater o conteúdo abordado no primeiro dia de Congresso.

Confira a programação do III Conassufrgs para os dias 06 e 07 (sexta e sábado) clicando aqui.

 

2 comentários para "III CONASSUFRGS inicia com debates intensos sobre conjuntura e Universidade"

  1. Anderson Rodrigues novembro 5th, 2015 20:02 pm Responder

    Alguma vez já entraram com uma ação de inconstitucionalidade do DECRETO Nº 1.867, DE 17 DE ABRIL DE 1996? Me parece que tudo começou com ele e tudo perde sentido se o mesmo for declarado inconstitucional.

    1. P. Antoniolli novembro 9th, 2015 08:59 am Responder

      Muito pertinente essa observação.

      Uma vez que a questão do ponto é posição tirada na Andifes, esse decreto acaba servindo de instrumento de chantagem junto aos TAs. de todo país.

      O problema é se a Adin, em questão, é cabível no contexto atual. Porque já não pediram a inconstitucionalidade antes? Podem querer argumentar assim.
      É o caso da assessoria jurídica da associação verificar.

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