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Jornal Greve dos TAES – Abril de 2014

Programação para primeira semana de abril, informes do Comando Local de Greve e nota do Consun em apoio à greve dos TAES você confere aqui, no jornal de greve da ASSUFRGS.

Clique aqui e leia a íntegra o jornal de abril de greve dos servidores técnico – administrativos da UFRGS, UFCSPA e IFRS-POA.

13 comentários para "Jornal Greve dos TAES – Abril de 2014"

  1. Omar março 31st, 2014 10:46 am Responder

    Paz e bem!
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    Arrá, pensaram que era o Eugênio, né? . . . kkkk Pegadinha do Malandro.

    1. Luther Blisset março 31st, 2014 13:11 pm Responder

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      Putz… menos mal que é pegadinha.

  2. Ananda março 31st, 2014 13:15 pm Responder

    ——>>>> quinta-feira vai ser maior!

  3. Marina março 31st, 2014 13:27 pm Responder

    A todos os Colegas
    Hoje participamos da mobilização nas Unidades do Campus da Saúde, distribuímos jornais e cartazes e falamos com os colegas.
    Sentimos que todos os colegas têm suas razões para ainda não terem aderido, mas estão reconhecendo que as reivindicações, agora apoiadas pelo CONSUN, são um norte firme para que a greve se fortaleça e possamos o quanto antes negociar com o Governo e, ao mesmo tempo, abreviar essa greve, com a conquista de data-base, da jornada de 30 horas, do step, do piso salarial. Fomos muito bem recebidos por colegas do CPD, da Farmácia (que mesmo com total falta de água, estava funcionando) e colegas da creche (que está atualmente em troca de direção, por isso ainda não aderiu à greve). Todos estão em vias de conversar e se aprofundar na mobilização, muitos colegas já em processo de plantão e aguardando os colegas também se manifestarem. Já são 32 Universidades em greve.
    A mobilização SOMOS NÓS. Precisamos sair de nossas cadeiras e ir, pelo menos, assembleias. QUINTA –FEIRA ÀS 14H NO RU CAMPUS DO VALE ESTÃO TODOS CONVIDADOS, VAMOS PARTICIPAR E VOTAR! Quem já está em greve, participe das mobilizações, é nesse trabalho formiguinha que podemos conhecer a realidade dos outros colegas e ter mais subsídios para discutirmos por uma Universidade melhor para todos, não só para a mídia. Essa greve é para se discutir também internamente o trabalho de cada Unidade. Mas só se faz greve se passarmos por cima de muitas questões: das divergências políticas, de conveniências particulares, de Fgs, de bolsas, de colegas e chefias que eventualmente podem estar te deixando cerceado do direito de greve, acatar a decisão da categoria (para aqueles que votaram contra a greve mas entraram em greve, parabéns). Enfim, é pensar e agir coletivamente, e isso acarreta sairmos da zona de conforto e lutar, ouvir e saber discutir e aprender.
    Procure a ASSUFRGS em caso de dúvidas, fale com seus colegas, vá às assembleias e fale ao microfone. Somos os protagonistas de nossa história, e a UFRGS já tem uma história muito bem traçada de outras greves. Olhe seu contracheque: tudo o que tem nele foi, felizmente ou infelizmente, fruto de greves! Imagine seu contracheque sem as qualificações/capacitações, sem ressarcimento (mesmo irrisório) para o plano de saúde etc.
    Greve não é fácil, temos o comprometimento com a rotina, às vezes alienante, de nosso trabalho. Essa mobilização nós faz perceber que temos também e acima de tudo um compromisso com uma pessoa muito importante: nós mesmos e as futuras gerações. Lutar por direitos que poderão servir de modelo para a sociedade e perceber a qualidade desse trabalho e comprometimento é algo difícil, mas que esperemos seja disseminado e apoiado por outros companheiros de outras categorias. Precisamos mostrar pra sociedade que serviço público tem qualidade e atendimento eficiente e servidores conscientes de sua realidade. Servidores que lutam por mais direitos aos trabalhadores, também pelo cumprimento de direitos que estão lá na Carta Magna, mas que não são de fato: como a data-base para nossa categoria!
    E é por isso que fazemos dessa uma das Melhores Universidades do país. O instrumento que temos em mãos para pressionar o governo e sermos percebidos por todos é, nesse momento, a greve. Acredite em você e lute, participe!

  4. Renato março 31st, 2014 14:00 pm Responder

    KKKKKKKK….muito boa!!!

  5. Eugenio abril 1st, 2014 19:26 pm Responder

    Eu exijo a recontagem dos votos! Caluniaaa! Vou falar com a minha amiga Dilma Duchef. Kkkkkk!

  6. Mario Pereira abril 1st, 2014 23:53 pm Responder

    Parabéns MARINA é exatamente disto que nós dinossauros cansados da luta sindical precisamos, que a próxima geração TAEs tome conta dos rumos da nossa categoria ,temos infelizmente camaradas que preferem o rumo do deboche do sarcasmo e puxa saquismo e ficam acoplados nas suas cadeiras as vezes nem muito confortáveis. MARINA TU ME REPRESENTA!

  7. Aglaé Oliva abril 2nd, 2014 08:20 am Responder

    Colega Marina,
    Muito bom teu texto e com tua autorização, gostaria de compartilhar.

    Ontem mesmo, com contracheque e pagamento chegando, vimos os 5% a mais, tb conquistados por Greve .
    Infelizmente, a negociação tem acontecido somente qdo estamos mobilizados em movimentos grevistas.
    É preciso que os colegas q. ainda não aderiram se juntem a nós!

  8. Batista abril 2nd, 2014 22:02 pm Responder

    Muito Marina lendo teu texto da para levar fé nesta nova geração e para aquele que quer recontagem sugiro uma recontagem de neurônio acho que esta faltando e muito

  9. Aline T. abril 3rd, 2014 09:30 am Responder

    Sinto decepcionar os servidores mais velhos e ativistas, MAS sou da nova geração e posso afirmar que todos os ingressantes nos últimos cinco anos que conheço vêm estudando (e muito) para outros concursos. Nosso objetivo é cair fora da UFRGS e trabalhar num lugar melhor. Pronto, falei.

  10. PAULO SANTOS abril 3rd, 2014 10:55 am Responder

    Colegas,
    Alguém sabe informar algo referente a racionalização dos cargos ? Quando vão corrigir os erros cometidos na mudança da carreira em 2005. Sabem informar o motivo que levou vigilantes pularem do nivel de apoio com ensino fundamental para a Classe D, onde a exigência de ingresso é ensino médio ou profissionalizante. Complicado entender como outros colegas com cargos que exigem ensino médio para ingresso foram colocados na Classe C. Olhando a tabela percebo que diferenças no salário poderiam superar R$800,00 dependendo do tempo de serviço. Imaginava que a classe sempre seria defendida de forma única, parece que não funciona bem assim. Alguns questionamentos soram feitos por outros colegas entretanto nada foi explicado. Será que pessoas que tiveram seus cargos extintos, aposentados ou pensionistas não merecem atenção ?

  11. José C. abril 3rd, 2014 11:40 am Responder

    Paz e bem
    (Pegadinha do malandro! :-p)

    Parabéns Marina, teu comentário reflete a situação atual do movimento.
    Temos que mobilizar mais servidores do campus Centro, só pelo estacionamento vemos que muitos dos nossos colegas ainda não aderiram.

  12. Ana abril 10th, 2014 17:26 pm Responder

    Marina, sobre teu comentário de falar ao microfone. Ficou bem claro numa assembléia que o direito à palavra é dado somente aos que concordam com a opinião de vocês.

    E para a ASSUFRGS fica a pergunta que ainda não teve resposta: qual a adesão da greve?

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