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Livro Ouro: a categoria aprovou!

CLG divulga prestação de contas do Livro Ouro da Contribuição Espontânea ao Fundo de Greve.

Informamos a todos os colegas que até agora, 16/04/2014, arrecadamos com a campanha dos 4 Livros Ouro a quantia de R$3.636,40 (três mil e seiscentos e trinta e seis reais e quarenta centavos). Com estes recursos já foram garantidos o café da manhã no IFRS-POA e adquiridos materiais para confecção do Mural da Greve que se encontra afixado no Barracão da Greve, em um total de despesa no valor de R$172,61 (cento e setenta e dois reais e sessenta e um centavos) até o momento.

O Comando Local de Greve agradece a todos os colegas e comunidade a acolhida nas visitas que temos feito nas unidades e o apoio financeiro a esta campanha.

Estes recursos irão contribuir para a realização das atividades da semana que vem, 22 à 25/04, como o já tradicional café da manhã da Greve e o suculento Carreteiro no CECLIMAR em Imbé, dia 23/04/2014.

Lembramos aos colegas que além dos Livros Ouro, existem outras modalidades de contribuição financeira para a manutenção da nossa Greve.

Os termos de abertura podem ser conferidos no Blog da Greve, clicando aqui.

Matéria reproduzida do Blog da Greve.

6 comentários para "Livro Ouro: a categoria aprovou!"

  1. Mercedes F. Alves abril 19th, 2014 10:51 am Responder

    Certo colegas, melhor que sermos extorquidos por desconto obrigatório para uma greve política. É bom vermos esse valor na prestação de conta pra que não hajam novos desvios de dinheiro da categoria.
    Como a assurgs tem dívida com colonia de férias, com as gráficas e com seus funcionários, podiam instituir um livro dourado para isso também, já que funciona que é uma maravilha.

  2. Carmen Almeida abril 23rd, 2014 11:53 am Responder

    Colega Mercedes, para deixar bem claro as questões referente as contribuições espontâneas e a prestação de contas da greve:
    1º Os recursos arrecadados através do Livro Ouro, não passarão pela Assufrgs e nem serão contabilizados pelo sindicato . Foi instituído pelo comando de greve desta forma, e a Assufrgs não terá nenhuma responsabilidade sobre o dinheiro arrecadado e nem a sua prestação de contas.
    2º A assembleia de sócios não aceitou o desconto automático da mensalidade extra e votou contra e aprovando então a contribuição espontânea. Baseado nisto a coordenação financeira juntamente com os funcionários do sindicato que trabalham nos setores a fim e mais o contador da entidade elaboraram algumas formas de recebimento desta contribuição financeira espontânea. E também para que fique bem claro e não haja dúvidas e que se possa fazer enfim uma prestação de contas do que for arrecadado e do que for gasto do fundo de greve, tudo será divulgado para a categoria.

    Formas de contribuir para o fundo de greve:
    1º Sócios podem assinar autorizando o desconto de uma mensalidade extra no contra cheque;
    2º Sócios podem autorizar na sua conta bancária, através do setor de convênios, o desconto de qualquer valor;
    3º Sócios e não sócios, da categoria ou não, podem contribuir com qualquer valor diretamente na tesouraria da Assufrgs onde receberá o seu recibo.
    4º Sócios ou não sócios, da categoria ou não, podem contribuir com qualquer valor depositando diretamente na conta do fundo de greve que existe desde 1998, no Banco do Brasil – agencia 1899 6 – conta 300 012 -5 – variação 51.
    Estamos à disposição para qualquer dúvida.

  3. Gabriel Focking abril 24th, 2014 10:28 am Responder

    Cara Mercedes, como foram conquistados os ultimos resajustes no teu salário, já que aumento real não tivemos? Foi através de greves, ou estou enganado? E para que fique claro para todos as pessoas que ainda leêm os comentários no site da ASSUFRGS: toda greve é política! Não existe movimento paredista que atue em outra esfera da vida que não seja a esfera política. As duas recentes greves vitoriosas dos rodoviários de PoA e dos garis do Rio de Janeiro foram, sobretudo, disputadas e tiveram suas conquistas atrvavés do enfrentamento político. Se eu estiver equivocado nisso, por favor Mercedes, me explique as diferenças entre uma “greve política” e uma “greve apolítica”.

  4. Doris Borges Franz abril 24th, 2014 17:02 pm Responder

    Somente irei contribuir após manifestação da Coordenação da ASSUFRGS, por escrito, com relação ao desvio do Fundo de Greve de 2012 utilizado na Colônia de Férias de garopaba sem aprovação de seus associados conforme Estatuto da própria Associação.

  5. Eduardo abril 24th, 2014 19:51 pm Responder

    Entendi que a colega Mercedes quis dizer que a greve é político-partidária, pois tem o único objetivo de desgastar o Governo Federal em ano de eleição e ela tem razão pois foi deflagrada por uma minoria em relação ao número total de funcionários da categoria. Alguns que lá estavam levantaram o braço mas estão trabalhando. É só passar nas unidades para ver os “revolucionários” grevistas trabalhando ou fazendo “plantão”. Com relação a contribuição para o fundo de greve, concordo que deva ser espontânea e se as contribuições NÃO atingirem o valor necessário para pagar as despesas da greve em HIPOTESE NENHUMA deve se retirar o dinheiro da arrecadação mensal da entidade para cobrir os “furos’ que são decorrentes inclusive do USO INDEVIDO do FUNDO DE GREVE para a reforma da colônia de Garopaba. Se dinheiro for retirado da arrecadação o sindicato estará IMPONDO UM FUNDO DE GREVE COMPULSÓRIO para a categoria e isso foi rejeitado em Assembléia Geral.Deve também ser feita a prestação de contas da entidade com divulgação ampla e transparente através dos meios de divulgação existentes.

  6. Gabriel Focking abril 26th, 2014 21:11 pm Responder

    Me explica aí Eduardo, de que maneira a categoria obteve as suas conquistas? Foi através da greve, não? É fácil rotular a greve como partidária pra não fazer nada e esperar os rejustes e os percentuais de incentivo à qualificação entrarem na conta bancária. É mais fácil ganhar tudo e não contribuir com nada.

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