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Não ao retrocesso: 30 horas já!

Nota da ASSUFRGS sobre o Registro de Horário de Expediente Diário

Em reunião ampliada da Coordenação da ASSUFRGS realizada no dia de hoje, 14 de outubro, em razão do Ofício 033/2015 da PROGESP, de 13 de outubro, firmou-se as seguintes considerações:

1. as determinações foram construídas unilateralmente pela administração da UFRGS, desconsiderando o diálogo histórico que se mantém entre o Sindicato e a Universidade ao longo dos anos;

2. a forma como foi comunicado isto à ASSUFRGS e aos Servidores, um dia antes de sua implantação em alguns setores, é plenamente inaceitável;

3. a ausência de diálogo com os servidores na construção de um modelo de gestão DEMOCRÁTICO a ser adotado pela Universidade;

4. o não encaminhamento dos debates mantidos pela Universidade na construção de uma proposta conjunta sobre o funcionamento de trabalho, desde 2013;

5. a desconsideração de que o funcionamento da UFRGS se dá das 7 horas da manhã até às 23 horas e que as medidas propostas comprometerão suas atividades.

 

Em razão disto, a ASSUFRGS está providenciando a convocação de seus órgãos deliberativos para que as devidas decisões sejam tomadas. Até lá, orienta-se que as rotinas de trabalho dos servidores sejam mantidas em sua normalidade, com os seguintes encaminhamentos:

- amplo debate nas unidades e setores;

 

- convocação de Assembleia Geral dia 22 de outubro, às 10 horas, na reitoria da UFRGS, com paralisação das atividades.

 

Coordenação da ASSUFRGS

 

Porto Alegre, 14 de outubro de 2015

6 comentários para "Não ao retrocesso: 30 horas já!"

  1. Alvaro Juscelino Lanner outubro 14th, 2015 21:12 pm Responder

    A excelência não pode ser somente para fora. Precisamos urgentemente em nossa universidade, de relações humanas de excelência, democracia de excelência, inclusão de excelência…

  2. Alvaro Juscelino Lanner outubro 14th, 2015 21:49 pm Responder

    Não existe uma ordem judicial a ser cumprida. O que existe é uma vontade política da reitoria…

  3. Antônio Falcetta outubro 14th, 2015 22:39 pm Responder

    Uma vez que toda a administração da Universidade tinha e sempre teve ciência do modus operandi instituído de se fazerem 30 horas, essa mesma administração deve considerar que todos os que assim cumpriam seu trabalho têm outras atividades (não necessariamente profissionais), o que resulta em ser minimamente razoável que nos seja dado um prazo para que regularizemos as nossas rotinas. Isso considerando-nos já estuprados. O passo seguinte, claro, é lutarmos inteligentemente pelas 30 horas.
    Saudações,
    Antônio Falcetta

  4. Luci Mari outubro 16th, 2015 09:28 am Responder

    Não temos espaço físico pra trabalhar todo mundo aqui no DAS enquanto uns ficam nos consultórios outros ficarão nos corredores disputando bancos com pacientes e usuários do serviço de saúde, pois aqui é muito precário o prédio, não temos ainda acessibilidade para pessoas com deficiência, enfim em primeiro lugar queremos condições salubres de trabalho e depois falaremos em cumprir as oito (8) horas, então às seis (6) horas são eficientes e ainda a continuidade dos serviços de atendimento porque não fechamos ao meio dia!
    Luci Mari Castro L. Jorge
    Conselho de Delegados do DAS na ASSUFRGS.
    Ramal: 2011

  5. ROSA MARIA DORNELES outubro 16th, 2015 12:09 pm Responder

    concordo plenamente. A forma que nos foi imposto é no mínimo inaceitável.

  6. Ceroni outubro 20th, 2015 15:20 pm Responder

    O fato de o servidor ter que cumprir as 8 horas diárias, não significa que o fará, quero dizer que ficar no ambiente não significará que o mesmo vai cumprir com o seu fazer, o que determina o seu fazer com responsabilidade e qualidade não é a carga horária, e sim o comprometimento do servidor com a instituição a qual pertence.

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