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Reitoria da UFRGS ocupada

Desde a manhã desta quarta, dia 1º de agosto, os servidores em greve ocupam o saguão da Reitoria da Ufrgs. Munidos de colchonetes e cobertores, passaram a noite e pretendem manter a vigília nesta quinta-feira, dia 2, quando o Comando Nacional de Greve-Fasubra volta à mesa de negociação com o governo federal.

Desde a manhã desta quarta, dia 1º de agosto, os servidores em greve ocupam o saguão da Reitoria da Ufrgs. Munidos de colchonetes e cobertores, passaram a noite e pretendem manter a vigília nesta quinta-feira, dia 2, quando o Comando Nacional de Greve-Fasubra volta à mesa de negociação com o governo federal.

Segundo a coordenadora geral da Assufrgs, Bernadete Menezes, esta reunião será importante para definir o rumo do movimento. "Em 15 Universidades Federais, os servidores em greve também realizam vigílias nas Reitorias", salientou ela.

Quando informado da ocupação, o reitor da Ufrgs, professor José Carlos Hennemann, disse que respeita o movimento e se comprometeu a enviar um ofício ao MEC informando da ação e solicitando uma interferência maior na negociação com o Ministério do Planejamento.

A vigília iniciou ao meio-dia com um super carreteiro e deve se encerrar somente após a reunião de negociação que está agendada para começar às 14h, nesta quinta. A reunião técnica que deveria ter ocorrido nesta quarta não foi confirmada até o final da tarde.

A greve dos servidores técnico-administrativos das Universidades federais completou 66 dias nesta quarta-feira, com 46 instituições paralisadas em todo o país. A negociação, iniciada ainda antes do início da greve, já contou com a realização de sete reuniões no Ministério do Planejamento, além de duas reuniões no Ministério da Educação, onde foi tratado o andamento das negociações e a questão da transformação dos Hospitais Universitários em Fundação Estatal de Direito Privado.

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