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Reunião no Campus Saúde acrescenta mais propostas para o PDI

A cada reunião e debate sobre o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Ufrgs, organizada pela Assufrgs, novas contribuições são agregadas ao conjunto de emendas que serão encaminhadas como contribuição ao processo de construção do primeiro PDI/Ufrgs. A segunda reunião ocorreu na quinta-feira (9/9), no Campus Saúde, no auditório da faculdade de Enfermagem. Novamente os [...]

A cada reunião e debate sobre o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Ufrgs, organizada pela Assufrgs, novas contribuições são agregadas ao conjunto de emendas que serão encaminhadas como contribuição ao processo de construção do primeiro PDI/Ufrgs. A segunda reunião ocorreu na quinta-feira (9/9), no Campus Saúde, no auditório da faculdade de Enfermagem.

Novamente os coordenadores da Assufrgs, Silvio Corrêa e Igor Pereira, juntamente com o coordenador do Conselho de Delegados, Luiz Francisco Martins Alves (Chiquinho) apresentaram o documento organizado pela Assufrgs para iniciar o debate, com base no projeto da Universidade Cidadã dos Trabalhadores, organizada pela Fasubra, em 2005, construído como referência para os técnicos-administrativos.

A preocupação dos presentes em relação ao processo do PDI é que após aprovado, a avaliação e desempenho dos servidores será feita a partir dele. No entanto, segundo a avaliação da Assufrgs o livro verde não apresenta metas específicas para os técnicos. Por este motivo no documento proposto pela Assufrgs foram colocadas metas que visam a qualificação profissional e a melhoria na prestação do serviços.

Dos presentes surgiram novas propostas e questionamentos. Um deles se refere ao prazo de cinco anos do PDI, que deveria ser de no mínimo 10 anos, como já ocorre em outras universidades. Avaliou-se que cinco anos é pouco para o desenvolvimento das metas propostas, principalmente as propostas pela Assufrgs em relação aos técnicos.

Também foi questionado a falta de dimensionamento de pessoal, de descrição dos cargos e principalmente a falta de democracia nas instâncias como Consun e órgãos Colegiados. A proposta que a Assufrgs pretende encaminhar parte do pressuposto que a paridade nas instâncias de decisão é fundamental para estabelecer uma universidade de fato democrática. Nesta proporção de 70% professores, 15% alunos e 15/% técnicos-administrativos, não tem como interferir com poder de decisão na universidade.

Neste sentido foi aventada a proposta de elaborar um processo estatuinte, da Universidade, onde a comunidade universitária construiria uma proposta de gestão democrática.

A questão da função da Universidade foi outro ponto destacado. No livro verde consta que a universidade deve realizar ações de responsabilidade social. Na avaliação da Assufrgs a Universidade deve ter clareza sobre a sua função social, ao contrário desta visão de responsabilidade social.

Outra preocupação se refere ao fato que as propostas que forem enviadas para serem incluídas no PDI, se forem consenso serão incorporada ao texto, e aquelas que não forem consenso serão anexadas e não se poderá modificar.

A Audiência Pública de 24 de setembro também tem um formato que aparentemente todos poderão falar, desde que entrem no site da Ufrgs, se inscrevam e sejam sorteados.

Através da página da Assufrgs, assim como da Ufrgs, é possível contribuir com as suas propostas. (Clique aqui)

Propostas já elaboradas pela Assufrgs, ainda não estão incluídas as propostas sugeridas no Campus Saúde. (Clique aqui)

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