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Servidores acampam no prédio da reitoria da UFRGS

Do G1, em São Paulohttp://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/08/servidores-acampam-no-predio-da-reitoria-da-ufrgs.html 31/08/2011 08h46 – Atualizado em 31/08/2011 12h14 Cerca de 150 funcionários dormiram no prédio em Porto Alegre.Categoria pede piso salarial de três salários mínimos, diz sindicalista. Servidores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) ocuparam no final da tarde de terça-feira (30) a reitoria da universidade no centro [...]

Do G1, em São Paulo
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/08/servidores-acampam-no-predio-da-reitoria-da-ufrgs.html

31/08/2011 08h46 – Atualizado em 31/08/2011 12h14

Cerca de 150 funcionários dormiram no prédio em Porto Alegre.
Categoria pede piso salarial de três salários mínimos, diz sindicalista.

Servidores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) ocuparam no final da tarde de terça-feira (30) a reitoria da universidade no centro de Porto Alegre.

Segundo Bernadete Menezes, diretora do sindicato dos servidores de universidades federais no Rio Grande do Sul, pelo menos 150 funcionários da unidade dormiram em barracas e no chão na entrada da reitoria, onde continuam acampados nesta quarta-feira (31).

Por volta das 10h desta quarta, os servidores farão uma passeata pelas ruas da capital pedindo melhores condições de trabalho. “Queremos um piso salarial de três salários mínimos para os servidores. Hoje, nosso salário-base é R$ 1.034”, afirma ela.

Bernardete diz que foi aberto um diálogo nacional junto ao Ministério do Planejamento para que haja negociação em torno do piso à categoria. Segundo ela, os servidores iniciaram uma greve há quase dois meses e realizam protestos em outras universidades do país.

A reitoria da UFRGS informou que ministérios do governo federal estão envolvidos na negociação e que não tem papel no processo. O Ministério do Planejamento informou que a negociação não ocorre diretamente com a universidade, mas com a entidade sindical que representa os servidores. Segundo o ministério, o sindicato iniciou o processo de negociação com a Secretaria de Recursos Humanos do Ministério Público, mas decidiu se retirar da mesa de negociação e iniciar o movimento grevista.

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