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Servidores da saúde aprovam greve por tempo indeterminado

Mais uma reunião entre representantes da Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal) e Ministério da Saúde (MS) terminou com a cobrança de compromissos firmados pelo governo e ainda não cumpridos. Impacientes com a demora na resolução de temas já debatidos, os servidores da Saúde e Funasa (Fundação Nacional de Saúde) têm aprovado, para o dia 9 de julho, um indicativo de greve por tempo indeterminado.

Mais uma reunião entre representantes da Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal) e Ministério da Saúde (MS) terminou com a cobrança de compromissos firmados pelo governo e ainda não cumpridos. Impacientes com a demora na resolução de temas já debatidos, os servidores da Saúde e Funasa (Fundação Nacional de Saúde) têm aprovado, para o dia 9 de julho, um indicativo de greve por tempo indeterminado.

Avisado sobre o risco da greve que já atinge Ibama, Incra, Cultura, Datasus, CNEN, administrativos das escolas universitárias e fiscais da Agricultura, o governo concordou em retomar no dia 4 de julho as negociações interrompidas em agosto do ano passado. No dia 28, quinta-feira, a Condsef tem reunião com o governo para discutir questões relativas à saúde dos servidores do MS e Funasa.

Problemas dos intoxicados da Funasa, melhoria nas condições de trabalho da categoria e a necessidade de o governo garantir exames periódicos aos servidores estarão na pauta. Dia 4, a pauta específica deve envolver problemas pendentes como a publicação do decreto que garante a regulamentação da Indenização de Campo paga aos servidores da Funasa. De acordo com representantes da assessoria jurídica do MS, o ministério está fazendo todo o esforço para que o documento seja publicado. Entretanto ele continua no Ministério do Planejamento. A publicação estaria sendo adiada apenas por questões burocráticas.

A Condsef cobrou agilidade para a solução dessas pendências, pois milhares de trabalhadores estão correndo risco de ter a indenização cortada a partir do mês que vem.

Fonte: Condsef

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