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Servidores da Ufrgs fecham portões de acesso aos prédios

FONTE: CORREIO DO POVOCategoria reivindica melhores condições de trabalho e saláriosAlunos dos cursos de Pós-graduação da Ufrgs, além das equipes de segurança e funcionários da parte administrativa da reitoria, inclusive diretores e o próprio reitor, não puderam ingressar nos prédio localizados no Campus Central da universidade, no bairro Bom Fim, na manhã desta quinta. Seguindo [...]

FONTE: CORREIO DO POVO
Categoria reivindica melhores condições de trabalho e salários
Alunos dos cursos de Pós-graduação da Ufrgs, além das equipes de segurança e funcionários da parte administrativa da reitoria, inclusive diretores e o próprio reitor, não puderam ingressar nos prédio localizados no Campus Central da universidade, no bairro Bom Fim, na manhã desta quinta. Seguindo orientação do comando nacional de greve, os servidores da Ufrgs paralisados há 45 dias, fecharam os portões de acesso aos prédios e mantiveram piquetes em diferentes pontos no em torno do quarteirão, entre as ruas Paulo Gama e Sarmento Leite.
Foi uma manifestação pacífica, mas uma maneira de chamar atenção para as reivindicações da categoria por melhores condições de trabalho e salários, justificou Bernadete Menezes, uma das coordenadores da Associação dos Servidores da Ufrgs e da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Assim como em Porto Alegre, atos semelhantes ocorreram em todos estados e em Brasília.
A paralisação dos servidores técnicos-administrativo da Ufrgs, da Ufcspa e do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) tem adesão da maioria dos 2,6 mil servidores. A manifestação mobilizou pelos menos 300 pessoas. Segundo Bernadete, as reivindicações dos profissionais estão sendo negociados com o Ministério do Planejamento, que tem adiado uma definição. “São reivindicações justas, nossas universidades federais são consideradas as melhores do país. Isso porque têm funcionários qualificados”, afirmou.
Entre as premissas de negociação com o Ministério do Planejamento estão a apresentação de recursos orçamentários no piso da tabela salarial. Além disso, a categoria quer a inclusão no orçamento de 2011 de recursos para o reajuste salarial a ser pago no próximo ano. Também faz parte das reivindicações, o reposicionamento dos aposentados, isonomia salarial e de benefício auxílio-alimentação. Os trabalhadores pedem o fim da terceirização e solicitação de que sejam abertos concursos públicos.

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