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Trabalhadores discutem conseqüências do Pacto pelo Rio Grande

Na tarde desta terça-feira (18/07), trabalhadores ligados à CUT-RS, ao CPERS/Sindicato, ao Sindsepe-RS, ao Sindjus-RS, ao Simpe-RS, dentre outros movimentos, reuniram-se para discutir as conseqüências do Pacto pelo Rio Grande.

Na tarde desta terça-feira (18/07), trabalhadores ligados à CUT-RS, ao CPERS/Sindicato, ao Sindsepe-RS, ao Sindjus-RS, ao Simpe-RS, dentre outros movimentos, reuniram-se para discutir as conseqüências do Pacto pelo Rio Grande. As propostas não mudam a lógica das políticas do Governo do Estado que geraram a crise atual. O projeto congela investimento, limita o reajuste dos baixos salários e não define o teto salarial, além disso, impede a realização de concursos públicos e promoções.

Para o presidente da CUT-RS, Celso Woyciechowski, a emenda aprovada penaliza os servidores. "Não podemos aceitar o congelamento linear dos salários. A CUT defende a implementação de um teto salarial". Celso também destacou a necessidade dos movimentos sociais construirem o seu projeto de desenvolvimento para o RS. "O Estado tem o dever se ser indutor do desenvolvimento, infelizmente não é o que está acontecendo".

O presidente do Sindisepe-RS, Cláudio Augustin, considera a emenda uma afronta à Constituição Estadual. "Esta emenda não tem base legal. Ela ultrapassa o poder de legislar".

Dary Beck Filho, que esteve presente representando a CUT Nacional, considera inadimissível o governo culpar os servidores pela crise atual, sabendo-se dos gastos desnecessários existentes no orçamento do estado.

Fonte: Aline Brum, Assessora de Imprensa da CUT-RS

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