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UFRGS monta comissão para tratar com técnicos em greve

A Administração Central da UFRGS remeteu ao Comando Local de Greve (CLG), na tarde do dia 19 de junho (terça-feira), um oficio em que declara ter montado uma comissão para tratar da greve dos técnicos da universidade. A equipe foi denominada “Grupo de Acompanhamento da Greve”. Conforme o documento, seus integrantes são: João Roberto Braga [...]

A Administração Central da UFRGS remeteu ao Comando Local de Greve (CLG), na tarde do dia 19 de junho (terça-feira), um oficio em que declara ter montado uma comissão para tratar da greve dos técnicos da universidade. A equipe foi denominada “Grupo de Acompanhamento da Greve”.

Conforme o documento, seus integrantes são:

João Roberto Braga de Mello – Chefe de Gabinete

Ário Zimmermann – Pró-Reitor de Planejamento

Luís Roberto da Silva Macedo – Vice-Pró-Reitor de Planejamento

Maurício Viégas da Silva – Pró-Reitor de Gestão de Pessoas

Vânia Cristina Santos Pereira – Vice-Pró-Reitora de Gestão de Pessoas

Andréa Benites – Vice-Pró-Reitora de Graduação

Edilson Amaral Nabarro – Secretário de Assistência Estudantil

Élton Campanaro – Vice-Secretário de Assistência Estudantil

 oficio ao comando de greve-19-2012

O ofício está disponível para consulta nesse site.

oficio ao comando de greve-19-2012(1)

3 comentários para "UFRGS monta comissão para tratar com técnicos em greve"

  1. Bruno becker junho 21st, 2012 22:33 pm Responder

    E o anexo?

  2. Silvio Corrêa - CIS junho 22nd, 2012 19:16 pm Responder

    Opção no mínimo curiosa a do reitor, se isenta de conversar com os servidores técnico-administrativos em educação em greve, nomeando uma comissão composta de 8 integrantes, sendo 2 professores e 7 técnico-administrativos. Antes que alguém me corrija eu explico o Mello, chefe de gabinete é professor e médico-veterinário na Ufrgs. Será que o Reitor pensa que para falar a linguagem dos técnico-administrativos em educação tem que ser técnico-administrativo em educação. È complicado o reitor da UFRGS, fecha a reitoria, não conversa com técnico-administrativos em educação em greve, é a favor do voto dos professores com peso de 70%, é contra a greve dos docentes, por que é mesmo que ele se reelegeu com tantos técnico-administrativos e professores votando nele?

  3. Paulo Antoniolli junho 25th, 2012 12:19 pm Responder

    Sílvio.
    Para comecar: certos técnicos administrativos que votaram no alex, ou são alienados da categoria, ou não viram na oposição(cara do Jairton) alguém capaz de fazer enfrentamento consistente. A administração central fez uso da máquina a seu favor. Não há nada que regre as normas da eleição/consulta, nesse sentido.
    Além da categoria não ter se sensibilizado o suficiente com o alcance conscientizador do voto nulo. A coordenação da Assufrgs não entrou para valer nessa campanha, apesar de ter se decidido em assembléia, tardiamente. Certos coordenadores, de antemão, já haviam hipotecado apoio ao Jairton. Tal campanha foi levada por muito poucos, apesar do grande alcance.
    Mas, têm também as cds, as fgs. E, mais de tudo, as “BOLSAS APELEGATIVAS DE ÚLTIMA HORA” em profusão. Muitas bolsas.

    Quanto a essa “comisssão” dá para notar que atender a categoria dos técnicos administrativos não é prioridade de gabinete. Pois, do contrário, não formaria uma “comissão” para tratar com servidores em greve. Podem até dizer o contrário, mas é isso.
    Quais são as intenções disso tudo? A reitoria não quer sujar as mãos. Quer blindagem. Há coisas “mais importantes” para dar a atenção, do que falar com técnicos em greve. Além de parecer uma coisa descarada, é pedante.
    Os integrantes técnicos, ou são pelegos contumazes ou apelegados pelas circunstâncias. Nunca participaram nos nossos movimentos recentes. Pode-se dizer que um ou outra(edilson e vânia) já fizeram parte da categoria e até participaram de greves no passado. Mas isso é passado. Agora, são capatazes de patrão. Dá para dizer, com certeza, que nenhum desses técnicos que integram essa “comissão” é nosso COLEGA DE FATO.

    A coisa tem um toque de política, também. Usa-se ex- integrantes da categoria, que foram outrora atuantes, mas agora comprados, para fazer de conta que dá importãncia ao movimento. O pt e o pcdob já fazem isso a nivel nacional, com centrais sindicais e correntes vendidas ao governo.

    E se os professores resolverem fazer greve, hipótese pouco provável, mas possível, será que a reitoria monta outra “comissão de pelegos” semelhante? Só com professores do proifes?

    Essa reitoria é uma coisa nojenta, antiparitária e antidemocrática.

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