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Veja o que os principais jornais noticiaram sobre a paralisação

Fonte clipping do site UFRGS 10/10/2008 | Correio do Povo | Geral | p. 13Servidores da Ufrgs protestam Paralisação de um dia foi especialmente motivada por questões ligadas à carreira e à saúde. Funcionários técnico-administrativos paralisaram ontem as atividades na Universidade Federal do RS ( Ufrgs). O dia de mobilização teve como alvo três pontos [...]

Fonte clipping do site UFRGS

10/10/2008 | Correio do Povo | Geral | p. 13
Servidores da Ufrgs protestam

Paralisação de um dia foi especialmente motivada por questões ligadas à carreira e à saúde.

Funcionários técnico-administrativos paralisaram ontem as atividades na Universidade Federal do RS ( Ufrgs). O dia de mobilização teve como alvo três pontos principais relacionados à carreira, à incorporação de horas extras e ao plano de saúde.

Os trabalhadores se concentraram no prédio da Reitoria da universidade, onde o grupo promoveu um café da manhã, seguido de uma assembléia para discutir as reivindicações e definir os representantes que participarão de reunião nacional nos dias 17 e 18. Em Brasília, uma das pautas do encontro será a possibilidade de greve.

A paralisação atingiu setores como bibliotecas, laboratórios e restaurantes universitários. Um dos principais motivos para a suspensão das atividades por um dia é o veto do presidente Lula a uma cláusula do projeto de reajuste da categoria. A medida atinge o percentual de 3,6%, chamado de step constante, que existe entre um padrão de vencimento e o seguinte. O índice está associado ao tempo de serviço e à capacitação do servidor.

Sempre que o piso passava por reajuste, a repercussão acontecia em toda a tabela salarial. De acordo com a coordenadora-geral da Associação dos Servidores da Ufrgs (Assufrgs), Bernadete Menezes, a idéia é reverter o veto, com o retorno do projeto ao Congresso. "O veto desvincula a carreira. O governo federal aponta o step como inconstitucional, mas ele é lei desde 2005", ressaltou a dirigente.

Outro motivo da paralisação está relacionado ao plano de saúde, conquistado na greve de 2007. Segundo os servidores, R$ 6 milhões foram destinados pelo governo federal para ações em saúde. Mas de acordo com os dados da Assufrgs, a demora para abertura do edital para a seleção da empresa poderá forçar a universidade a devolver o dinheiro.

Os técnicos criticam ainda o congelamento e a retirada das horas extras incorporadas. Segundo o grupo, o Tribunal de Contas da União passou a questionar a incorporação das horas extras dos servidores que têm aposentadorias homologadas. Outra crítica é em relação ao projeto de lei complementar (PL 92), que prevê criação de fundações estatais de direito privado para gerenciar áreas ligadas aos serviços públicos. Ontem, os manifestantes ainda promoveram almoço na Reitoria e debate sobre problemas de segurança na Ufrgs.

10/10/2008 | Correio do Povo | Geral | p. 13
Saúde: plano complementar dos técnicos

O pró-reitor de Gestão de Pessoas da Ufrgs, Maurício Viegas da Silva, informou que a comunidade acadêmica optou pela prestação de serviços, mas a licitação foi impugnada por uma das empresas.

A abertura do novo edital está prevista para novembro. Para não perder os recursos do governo federal, a Ufrgs pretende usar o dinheiro, neste ano, em exames periódicos de docentes e técnico-administrativos e em programa de qualidade de vida.

A implementação do plano terá recursos orçamentários em 2009.

 

    
10/10/2008 | O Sul | Geral | p. 10
Servidores da Ufrgs fazem paralisação.

Os servidores da Ufrgs (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) paralisaram as atividades ontem para realização de assembléia sobre o plano de carreira. No encontro, que reuniu cerca de 300 funcionários em Porto Alegre, ficou decidido que a categoria pretende lutar para derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Lei 11.784/2008.

A lei, sancionada em 25 de setembro, reestruturou a carreira e a remuneração de aproximadamente 780 mil servidores públicos e reajustou os soldos de 750 mil militares. O argumento de inconstitucionalidade usado para o veto do presidente Lula não precede, conforme o advogado da Associação dos Servidores da Ufrgs, Rogério Viola Coelho. "Os parlamentares só reintroduziram o que já era da lei", afirmou Coelho. Se o veto prevalecer, acabará com o plano de carreira dos funcionários públicos, no próximo reajuste, de acordo com o profissional.

ZERO HORA Geral | 09/10/2008 | 16h28min
Servidores da UFRGS paralisam atividades nesta quinta-feira
No próximo dia 17, categoria terá encontro nacional e poderá entrar em greve

Os trabalhadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul realizaram nesta quinta-feira uma paralisação da categoria. Os funcionários da instituição pedem o fim do veto do presidente Lula na Lei 11.784/2008, sancionada no dia 25 de setembro.

A lei reestruturou a carreira e a remuneração de cerca de 780 mil servidores públicos civis e reajustou os soldos de 750 mil militares. Os vetos do presidente foram a dois dispositivos introduzidos pelos parlamentares ao texto original da Medida Provisória 431, enviada ao Congresso Nacional em 14 de maio deste ano.

A paralisação interrompeu os trabalhos no Departamento de Controle e Registro Acadêmico (Decordi).

No próximo dia 17 haverá uma plenária nacional, em Brasília, envolvendo representantes de todas as universidades do país. Conforme o que for decidido no encontro, a categoria poderá entrar em greve.

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