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7 mil contra a retirada de direitos, pela PETROBRAS e contra o arrocho

Atos das centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais marcaram a manhã desta quinta-feira (12), em Porto Alegre.

Assufrgs participou de Ato que reuniu 7 mil pessoas em defesa da democracia, contra a retirada de direitos e contra a privatização da PETROBRAS. Exibindo faixa “Assufrgs em defesa da educação”, militantes associaram a luta pela PETROBRAS estatal a luta pela valorização dos técnico-administrativos em educação.

Cerca de 7 mil pessoas participaram na manhã de hoje (12/03) de Ato pela democracia, em defesa da PETROBRAS e contra o arrocho realizado na região metropolitana de Porto Alegre/RS. O Ato iniciou com manifestação na Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP) da PETROBRAS em Canoas em defesa da estatal. Cartazes presentes no protesto diziam “PETROBRÁS é dos brasileiros e não dos corruptos” e “Lugar de corrupto é na cadeia, o da PETROBRÁS é com o povo!”.

Os manifestantes ainda expressaram a defesa dos direitos dos trabalhadores. A caminhada foi retomada no Largo Glênio Peres em Porto Alegre/RS onde ao meio dia milhares de pessoas se dirigiram para o Palácio Piratini. Foi lembrada a luta contra PL4330, “Chega de assalto ao direito dos trabalhadores! Não ao PL 4330! Terceirização só é boa para o patrão”, dizia uma faixa. Também houve manifestações contra a corrupção e pela reforma política que proiba o financiamento da política por empresas.

Os protestos também fizeram críticas à política econômica do governo federal. “Dilma, governe com o povo nas ruas. Fora Levy! Constituinte já!”, exibia uma faixa gigantesca. Faixas também lembravam a luta dos trabalhadores do campo pela reforma agrária. Outras repudiavam o golpe e o impeachment da presidenta Dilma.

O Ato, convocado pela Coordenação dos Movimentos Sociais, integrada por CUT, CTB e que tem participação da Assufrgs, também teve manifestação na frente do Instituto de Previdência do RS, liderado pelo CPERS. O grupo reivindicava melhorias na saúde do Rio Grande do Sul e alertava para o sucateamento do instituto e falta de repasses.

Intersindical e CSP/Conlutas, que também concentraram militância no Paço Municipal na manhã de hoje, fizeram caminhada em separado do Ato da CMS. Reivindicavam a luta contra o arrocho e pelos direitos da classe trabalhadora. Militantes da Assufrgs também participaram desse Ato.

 

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