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Gastos com adicionais disparam mesmo com redução do número de beneficiados

O gasto do governo federal com o pagamento de adicionais de periculosidade e de insalubridade aos funcionalismo mais que dobrou entre 2005 e 2011: saltou de R$ 27 milhões para R$ 56,4 milhões. Significa aumento de 109%. Já o número de servidores que recebem esse benefício caiu de 206 mil para 182 mil no mesmo [...]

O gasto do governo federal com o pagamento de adicionais de periculosidade e de insalubridade aos funcionalismo mais que dobrou entre 2005 e 2011: saltou de R$ 27 milhões para R$ 56,4 milhões. Significa aumento de 109%. Já o número de servidores que recebem esse benefício caiu de 206 mil para 182 mil no mesmo período. A explicação para a diferença é que esse tipo de pagamento, está vinculado ao salário: por mais que o número de beneficiados caia, os reajustes na remuneração têm elevado esse tipo de pagamento e se transformou em moeda de troca nas negociações trabalhistas.

 Preocupado com o avanço das despesas, o governo incluiu no Projeto de Lei nº 2.203, de 2011, que trata de reajuste de servidores — um artigo que desvincula os adicionais dos vencimentos no serviço público. Atualmente, os funcionários têm direito a adicionais sobre a remuneração de 5%, 10% e 20%, quando há exposição à insalubridade nos graus mínimo, médio e máximo, respectivamente. O adicional de periculosidade é de 10% do valor do salário.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2012/03/12/internas_economia,292890/gastos-com-adicionais-disparam-mesmo-com-reducao-do-numero-de-beneficiados.shtml

Fonte: Correio Braziliense

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