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Homenagem ao Dia das Mulheres contou com Mesa de Comunicações e participação em Ato Público

A Coordenação da ASSUFRGS representada por Bernadete Menezes e Sílvio Corrêa, abriram a mesa de comunicações “Mulheres, homens e Feminismo”, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, na tarde de hoje, dia 08 de março, na sala 101, da FACED. A Coordenadora Geral, Rosane Barcelos Souza, justificou ausência. A Coordenação de Educação Política e Sindical [...]

A Coordenação da ASSUFRGS representada por Bernadete Menezes e Sílvio Corrêa, abriram a mesa de comunicações “Mulheres, homens e Feminismo”, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, na tarde de hoje, dia 08 de março, na sala 101, da FACED. A Coordenadora Geral, Rosane Barcelos Souza, justificou ausência.

A Coordenação de Educação Política e Sindical em parceria com a Coordenação de Cultura, Esporte e Lazer da ASSUFRGS promoveram a atividade, entregando rosas e bandanas às servidoras presentes na atividade.

Estiveram na mesa o Coordenador de Educação Política e Sindical, Gabriel Focking, e pela Coordenação de Cultura, Esporte e Lazer, Edinho Silva e Maribel Nunes, além dos palestrantres: Mônica Karawejczyk, Doutoranda em História, da UFRGS, e Diego Rafael Hoch de Menezes, Licenciado em Ciências Sociais, da UFRGS, Gestor do Projeto “Mulheres da Paz”, Canoas.

Os temas debatidos foram a história do dia 08 de março e os 80 anos de conquista do voto feminino, e também, Homens e o Feminismo.

Mônica Karawejczyk, contou um pouco da história do voto feminino, ela salientou que “hoje, em pleno século XXI, quando as mulheres ocidentais já exercem efetivamente o seu direito ao voto, é difícil imaginar que o simples ato de comparecer a uma sessão eleitoral já foi considerado um absurdo”.

Para Mônica Karawejczyk, o voto só foi conquistado, de uma maneira geral, nas primeiras décadas do século XX, ela salientou que “o Brasil é um dos pioneiros na concessão do voto para as mulheres nas Américas. Em 1932, com a reforma do Código Eleitoral – através do Decreto n° 21.076 – foi aqui instituída a Justiça Eleitoral”.

Conforme Diego Rafael de Menezes, gestor do projeto “Mulheres da Paz”, ele relata que o projeto prevê monitoramento e acompanhamento das ações do Pacto Nacional de Enfrentamento a Violência contra as Mulheres.

Ao final das explanações aconteceu o Pocket show musical com Didi Ferraz, voz e violão, e com o percussionista Ariel Lopes, apresentaram músicas da MPB e da música negra brasileira.

Logo após a apresentação a Coordenação da ASSUFRGS seguiu para o Largo Glênio Peres, onde aconteceu um Ato Público em Homenagem ao Dia Internacional da Mulher.

  A história do dia 08 de março

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março, passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem às mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Objetivo da Data

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia , terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

 

Da Assessoria de Imprensa Jornalista – Raquel Carlucho

 

 

 

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