Tambores de Freire celebram seis anos de trajetória com espetáculo no Salão de Atos da UFRGS
Na última terça-feira (07), o Salão de Atos da UFRGS foi palco de uma noite repleta de ritmo, emoção e ancestralidade. O coletivo Tambores de Freire, coordenado pelo professor Nilson Tòkunbò, celebrou seus seis anos de atividades com um espetáculo gratuito que encantou o público e reafirmou a força da música popular percussiva como expressão de coletividade, resistência e afeto.
A vice-pró-reitora de Extensão da UFRGS, Patrícia Xavier, fez a fala de abertura, destacando a importância da extensão universitária na promoção da cultura e da integração com a comunidade. “Longa vida ao Tambores de Freire! Cada apresentação é uma celebração de comunidade, boniteza e resistência, e e essa noite não foi diferente”, afirmou.
O TAE da UFRGS, coordenador da ASSUFRGS e professor da RME/POA, César Rolim, reforçou o valor do trabalho coletivo: “Componho o coletivo há dois anos e acompanho de perto as apresentações e os belíssimos trabalhos desenvolvidos por colegas professores da RME/POA. Vida longa ao Tambores e aos demais trabalhos de colegas!”
Criado em 2019, o coletivo Tambores de Freire nasceu como um espaço de prática e estudo da música popular percussiva em grupo, oferecendo oficinas e disciplinas eletivas de percussão, canto popular, cavaquinho, contrabaixo e musicalização para pessoas de todas as idades.
Entre os integrantes do evento está a docente Maria José Alves, que expressou a alegria de fazer parte da celebração: “A melhor coisa que fiz este ano foi entrar no coletivo tambores de Freire, que culminou na apresentação. O soar dos tambores, as trocas de energias. É a vida pulsando, é pura alegria e vibração.”
Santiago Alves Castro, filho de Maria José Alves, comenta sobre o acolhimento que ela recebeu. “Foi emocionante ver esse grupo tão plural e que acolheu tão bem a minha mãe se apresentando. Vida longa aos Tambores de Freire!”, relatou Santiago, TAE na UFRGS.
O também TAE aposentado da UFRGS e colaborador dos projetos de extensão Aluno Pesquisador e Fazeres Pedagógicos, José Luís Machado, compartilhou sua emoção ao prestigiar o evento. “As duas horas de show foram intensas de alegria, de paixão, de aprendizados, de resgate cultural. Ouvir e ver o Tambores é viajar por este universo fantástico da africanidade, com suas batidas que vibram nossos corações, e suas parcerias, que qualificam o espetáculo”, conta.
O espetáculo trouxe composições que transitaram por samba reggae, ijexá, samba duro, candombe e cirandas, com participações especiais de Paulo Romeu Deodoro, Nina Fola, Afoxé das Yabás, Maracatu Baque Mulher e Irmãs Vidal.
A apresentação integrou as ações do projeto de Extensão “Fazeres Pedagógicos da RME/POA”, repetindo a parceria realizada também no ano passado, no mesmo espaço.




