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Assembleia Geral da ASSUFRGS reafirma continuidade da greve

A ASSUFRGS realizou no dia 24 de junho uma Assembleia Geral de Greve no auditório do Instituto de Psicologia, Serviço Social, Saúde e Comunicação Humana da UFRGS. A mesa foi conduzida por Cristtofer de Moura Santos e Andreia Duprat, e reuniu a categoria para informes, análise de conjuntura e eleição de delegados ao Comando Nacional de Greve (CNG).

Durante a assembleia, foram destacados os impactos da política econômica do governo sobre a educação pública, com cortes de verbas e ausência de avanços concretos nas negociações. A categoria reforçou que a pauta da greve não se limita ao Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), mas envolve também outras reivindicações estruturais dos trabalhadores técnico-administrativos. Houve consenso de que é necessário ampliar o tensionamento e a mobilização para conquistar vitórias.

Entre os encaminhamentos aprovados, está o envio de ofícios às reitorias da UFRGS, UFCSPA e IFRS solicitando a implementação da aceleração para aposentados e pensionistas, conforme parecer jurídico da FASUBRA baseado nas recentes normativas divulgadas por MEC e MGI. Também foi reforçada a participação nos atos nacionais, incluindo uma caravana à UNILA em Foz do Iguaçu no dia 29 de junho, onde ocorrerá evento com presença do presidente Lula, do Ministro da Educação e de entidades que representam os reitores das IFEs (Andifes e Conif). As pré-inscrições para a caravana à UNILA podem ser acessadas aqui.

Também foi eleita a nova delegação que representará a ASSUFRGS no Comando Nacional de Greve de 05 a 18 de julho. Foram escolhidos Ítalo Guerreiro e Mariana Sosnowski, somando-se aos já presentes Isis Duarte, Daysson Rosa de Paula e Rafael Berbigier. Por unanimidade, a assembleia aprovou a continuidade da greve, reafirmando a disposição da categoria em destravar as pautas não cumpridas pelo governo: RSC, que segue parado na Casa Civil aguardando a assinatura do presidente Lula; 30 horas para todos e todas, que segue sem normativa pelo MGI; democratização das IFEs e o reposicionamento dos aposentados.